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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

GRAÇA E PAZ, O QUE SIGNIFICAM:

Essa saudação é muito comum nas escrituras e nós vamos encontra-la em todas as epístolas escritas por Paulo, nas duas cartas de Pedro e no livro do Apocalipse.
Paulo apenas troca as palavras, as vezes ele diz diretamente graça e paz, ou graça a vós e paz, a Tito e Timóteo ele saudou, graça misericórdia e paz. Mas o que Paulo queria comunicar as igrejas com essa saudação?

Paulo sempre diz sempre que a graça e a paz era da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. Segundo os comentários do Pr. Hernandes Dias Lopes, tanto a graça quanto a paz são dádivas divinas à igreja. E impossível pertencer à igreja sem ter graça e paz. A graça é o amor imerecido de Deus aos pecadores, revelado em Cristo. A paz é o estado de reconciliação com Deus desse pecador salvo pela graça. Então a saudação de Paulo dizia aquelas igrejas que elas haviam sido alcançadas por essa graça e paz.

A graça indica sempre algum dom absolutamente gratuito e totalmente imerecido, enquanto a paz é o bem-estar que os homens desfrutam mediante a graça. A graça é a planta; a paz é o fruto. A graça é a causa da salvação; a paz, seu resultado. Graça e paz.


O apóstolo Pedro desejava que essa graça e essa paz fossem multiplicadas na vida de cada um, e ele disse que isso vem pelo conhecimento de Deus e do Senhor Jesus Cristo (II Pe 1.2). Então busque conhecer a Deus e a Cristo, pois isso já é fruto da graça.

Pr. Eronildo Rodrigues.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Discernindo "tentação" de "provação".



As situações difíceis, a indecisão, o medo e ao mesmo tempo a doce sensação, o desejo empurrando você e tomando conta do seu coração... é uma tentação ou uma provação?

A Bíblia define a tentação usando as seguintes palavras: “Ninguém ao ser tentado, diga: sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e Ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (Tg 1:13-14).

Fazer o discernimento entre as duas situações, considerando que ambas são muito parecidas, não é muito fácil, porém, existe enorme diferença. A tentação vem dos desejos existentes em nós (Tg 1:12-16), enquanto a provação vem do Senhor e tem um propósito específico a cumprir. A tentação almeja afastar-nos do padrão de vida moral estabelecido por Deus. É por isso que ela utiliza os sonhos, as fantasias e os desejos; tem princípios humanos, e a nossa carne é o seu campo de ação; é uma ação do inimigo para que duvidemos do amor, do perdão e da justiça de Deus.

As tentações podem ser usadas pelo inimigo para estimular o que há de pior em nós. A provação é diferente. É uma situação permitida por Deus. Diria que faz parte da Pedagogia de Deus. As provações são usadas pelo Espírito Santo para extrair o que há de melhor em nós.

As provações são ilógicas. O exemplo mais clássico da narrativa bíblica é o pedido de Deus a Abraão para que este oferecesse seu filho Isaque em sacrifício. Por que Deus daria um filho a Abraão para depois pedir que o matasse? Sob a ótica humana isso não tem lógica nenhuma, não faz sentido algum.

A provação é um teste, e quando entramos em nosso campo de prova, não vamos encontrar ninguém na arquibancada da vida para torcer a favor ou contra - somos só nós mesmos. E penso que Deus assiste a tudo observando cada movimento que fazemos, cada atitude que tomamos, cada palavra que falamos, e depois de tudo emite Sua avaliação que pode ser: “muito bem servo bom e fiel entra no gozo do teu Senhor”.

Penso assim porque durante a prova o bom professor nunca orienta seus alunos: ele sempre fica em silêncio! Quantas vezes vivenciando situações ilógicas nos perguntamos: onde está Deus?, ou “por que Ele está em silêncio? Parece não importar-se com o que está acontecendo...” Quando algo estiver lhe sucedendo nesta ordem você pode estar sendo PROVADO!

O objetivo da provação é fazer-nos pessoas com forte convicção moral e espiritual. As crises e as situações difíceis criadas pela provação fortalecerão a nossa intimidade com Deus, porque Deus não deseja destruir-nos, mas sim, fortalecer a nossa confiança nEle! 

A provação procede de fora para dentro. Ela não usa os nossos desejos. Ela surge de situações, pessoas e circunstâncias.
Todos os cristãos são tentados a pecar de forma parecida (I Co 10:13), mas nem todos os cristãos passam pelas mesmas provações de fé. 

As provas de Deus são feitas sob medida para cada um de Seus filhos e a experiência de cada um é singular. Não devemos esquecer-nos que não seremos provados além das nossas forças. A provação gera a obediência em destaque, já a tentação leva à submissão aos próprios desejos. 

Observe as circunstâncias pelas quais você passa, agora. Ela será tentação, se estiver usando os seus anelos e desejos para quebrar a sua vida com Jesus. Mas, será uma provação se leva você a depender de Deus e viver em submissão a Jesus. Tenhamos bom ânimo para recebermos a APROVAÇÃO do bondoso Deus. Shalom!

Fonte: Utimato.com.br

quinta-feira, 21 de março de 2013

O QUE ACONTECE QUANDO ENTREGAMOS O DÍZIMO


Honramos a Deus
“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão os teus lagares.” (Pv 3.9-10) Aconteceu que um homem rico convidou um pastor de nossa igreja para um almoço. Eles foram a um restaurante conhecido, e o garçom foi muito eficiente, servindo-os prontamente. Quando se levantaram para sair, o pastor observou que seu anfitrião, colocou algumas notas sob a borda do prato. E o garçom, que estava junto, sorriu feliz, o que, traduzindo, significava que ele estava muito satisfeito.

Agora, como já estamos familiarizados com esse costume, não vou falar dos méritos e desméritos de dar uma gorjeta. Mas o pastor começou a meditar sobre aquelas notas. Bem, ele sabia que uma boa gorjeta deve ser de pelo menos dez por cento do valor da conta (portanto, o dízimo). Isso é o mínimo para que o garçom fique feliz. Mas como aquele garçom ficou mais que feliz, é fácil supor que ele deu bem além dos dez por cento. Ali, pensativo, aquele pastor concluiu que poucas pessoas honram a Deus como honram o garçom. Para o garçom, dão mais que o dízimo, mas para Deus qualquer valor já é alto demais. A verdade é que estão honrando o garçom mais do que a Deus.

Quebramos fortalezas espirituais
“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” (Ml 3.10) Fortalezas mentais são convicções que, aparentemente, são comprovadas pela realidade. Algumas pessoas, por exemplo, tiveram muitas experiências de privação. Essa experiência de falta de provisão torna-se uma imagem muito forte em sua mente. Depois de experimentarem muitas vezes a mesma experiência, elas desenvolvem o pensamento de que devem reter ao máximo, caso contrário, passarão necessidade. Esse pensamento se torna uma fortaleza, a partir da qual o diabo introduz o medo e passa assim, a controlar a vida dela.

Dessa maneira, a prática de dizimar vai contra tudo que está dentro daquela pessoa, que clama que ela irá perecer. Mas entregar o dízimo é a maneira de Deus destruir a fortaleza mental e quebrar o poder do medo, colocando a fé em seu coração. Eu creio que é por isso que o Senhor diz: “Façam prova de mim”! Cada vez que a pessoa entrega o dízimo, uma voz maligna diz que os dez por cento vão fazer falta ela vai passar necessidade. Mas a voz do Espírito diz que essa será a ocasião de experimentar o cuidado de Deus. Quando entregamos o dízimo, quebramos essa fortaleza mental e entramos no território da fé.

Reconhecemos que Deus é a fonte
“Não digam, pois, em seu coração: ‘A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas, lembrem-se do Senhor, do seu Deus, pois é ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê.” (Dt 8.17-18)

“Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas demos o que vem das tuas mãos.” (1Cr 29.13-14).

A maneira mais eficaz de romper o domínio de Mamon sobre nossa vida é reconhecendo que a nossa fonte está em Deus e não no nosso bolso. Nossa fonte não é o nosso trabalho. A nossa fonte é Deus; dele vem a nossa provisão. Não precisamos de dinheiro, nós precisamos de Deus!

Adoramos a Deus
“E agora trago os primeiros frutos do solo que tu, ó Senhor,me deste”. Ponham a cesta perante o Senhor, o seu Deus, e curvem-se perante ele.” (Dt 26.10) A adoração deve ser a atitude de todo aquele que chega para devolver os dízimos ao Senhor. Essa adoração envolve pelo menos três elementos. O primeiro é que quando você entrega o dízimo, você está reconhecendo que Deus é tanto o Senhor sobre a sua vida, quanto o provedor de todas as bênçãos. Em segundo lugar, quando adoramos dessa forma, nós também expressamos a lealdade e fidelidade. Em Gênesis 28, quando Jacó fez um voto diante de Deus, ele disse que o Senhor seria o seu Deus e de tudo o que ganhasse, devolveria o dízimo. O dízimo sempre fala de lealdade, e a sonegação do dízimo a Bíblia chama de roubo. Um terceiro aspecto do dízimo como adoração, é a ação de graças. Quando entregamos o dízimo estamos transbordando de gratidão a Deus. Não entregamos simplesmente para sermos abençoados, mas sim, porque já fomos abençoados.

Renunciamos ao poder de Mamon
“Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.” (Mt 6.24) O dízimo quebra o poder do espírito de Mamon e destrói as propriedades sagradas, que nós tentamos atribuir ao dinheiro. O dinheiro foi criado pelo homem como um meio de troca por alguma coisa de valor igual. Todas as vezes que usamos o dinheiro, esperamos receber algo de igual valor, mas quando usamos o dinheiro sem nenhuma expectativa de receber algo de igual valor, nós estamos introduzindo o dinheiro na esfera da graça. Mamon tenta nos convencer que quando damos, perdemos o poder de compra. Contudo, ao fazermos isso, estamos dizendoque o Senhor, e não o dinheiro, é a fonte da nossa provisão.

Investimos na Casa de Deus
“Também fiquei sabendo que os levitas não tinham recebido a parte que lhes era devida, e que todos os levitas e cantores responsáveis pelo culto haviam voltado para suas próprias terras. Por isso, repreendi os oficiais e lhes perguntei: ‘Por que essa negligência com o templo de Deus?’ Então eu convoquei os levitas e cantores e os coloquei em seus postos.” (Ne 13.10-11)
Quando entrega seu dízimo, você investe na Casa de Deus. Nos dias de Neemias, os levitas não estavam recebendo o seu salário, por isso, cada um voltou para o trabalho secular. Quando isso aconteceu, a Casa de Deus ficou desamparada. Quando não temos um coração pela Casa de Deus, facilmente caímos na infidelidade. Nos dias de Neemias, Deus levantou o profeta Ageu para lidar com esse mesmo problema (Ageu 1.5-9).

É muito sério quando ignoramos aquilo que está no coração de Deus: a Sua Casa. Por causa disso, o povo colheu muitas consequências. A primeira foi que semeavam muito e colhiam pouco; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado. Trabalham muito e não veem prosperidade alguma. Baseado na promessa de Deus, posso afirmar que dizimistas consagrados sempre prosperam. Eles liberam o dinheiro para a obra de Deus; e, como resultado, recebem muito mais do que haviam dado. A segunda consequência é que comiam, mas não se fartavam. Uma das características mais perceptíveis de igrejas, que não são fiéis no dízimo, é a insatisfação quase generalizada dos membros. Não se sentem alimentados e nem supridos. Por que o Senhor diz que onde não há cuidado e nem oferta à Casa de Deus as pessoas até comem, mas nunca se sentem satisfeitas. Os que ignoram as necessidades da igreja, não se sentem contentes em tempo algum.
Evitamos a maldição
“Vocês estão debaixo de grande maldição porque estão me roubando; a nação toda está me roubando. Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em minha casa.” (Ml 3.9-10) Fuja da maldição. A vida já é muito difícil da forma como a vivemos, não acrescente maldições para piorar as coisas. A Palavra do Senhor diz que depois da queda, a terra foi amaldiçoada. Semear e colher tornou-se um trabalho penoso. O trabalho não é fácil, e tudo é conseguido com muita dificuldade. Não permita que a maldição da infidelidade venha trazer dores sobre dores, angústia em cima de angústia.

Temos os céus abertos
“Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em minha casa. Ponham-me à prova”, diz o Senhor dos Exércitos, “e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las” (Malaquias 3.10). A bênção mais extraordinária prometida aos dizimistas, é que as janelas do céu serão abertas sobre eles. Ter os céus abertos, certamente vai resultar em bênçãos que, normalmente, não imaginamos.

A Palavra de Deus menciona algumas dessas bênçãos dos céus abertos. A primeira consequência de ter o céu aberto é receber um dilúvio de bênçãos. Quando os céus estão abertos, os anjos trazem as bênçãos. Jesus disse que os céus estavam abertos sobre Ele, por isso anjos desciam trazendo bênçãos e subiam levando necessidade diante de Deus (Mt 3.16). Não existe bênção maior que ter os céus abertos sobre a nossa cabeça. Não há limites para o que podemos experimentar quando os céus se abrem. Evidentemente, nós temos acesso ao Santo dos santos pelo sangue de Jesus, mas aquele que conhece o Senhor, jamais negligencia a vontade. O dízimo é parte da vontade de Deus e um instrumento para que os céus se abram sobre a sua vida.

Texto: Pr. ALOÍZIO ANTÔNIO
Revista: ATOSHOJE PAG. 6,7 Edição nº 11

domingo, 13 de janeiro de 2013

7 VERDADES SOBRE O PERDÃO


1A falta de perdão nos faz sentir torturados. “Então o senhor chamou o servo e disse: Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você implorou. Você não deveria ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você? Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo oque devia. Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão” (Mateus 18:32-35).

2A falta de perdão provoca sentimentos de vingança. “Não diga: ‘Farei com ele o que fez comigo; ele pagará pelo que fez” (Provérbios 24:29).

3A falta de perdão nos impede de ser perdoados por Deus. “Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mateus 6:15).

4A falta de perdão retarda as respostas às nossas orações. “E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados” (Marcos 11:25).

5A falta de perdão nos leva a ver as falhas dos outros, mas não as nossas. “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mateus 7:3-5).

6A falta de perdão nos leva a andar nas trevas. “Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegaram” (I João 2:11).

7A falta de perdão nos impede de procurar o melhor para nossos relacionamentos, entre eles, o nosso casamento. “Tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos” (I Tessalonicenses 5:15).

Textos bíblicos na Nova Versão Internacional

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes

domingo, 2 de dezembro de 2012

Nada. O Natal não é mencionado nenhuma vez nas Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus. Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de interesses egoístas.

As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente, a Bíblia não dá aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do ano.


Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6). Ele é o Rei, não só dos judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20). Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de honra e adoração (Apocalipse 5:8-14).

Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22). Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31; 2 Coríntios 5:9-10).

Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade dele!

Por Dennis Allan
Fonte: www.estudosdabiblia.net

segunda-feira, 19 de março de 2012

O jejum: Afinal, qual a sua função? Para que serve?

Em Gênesis 3, quando Adão e Eva pecaram, ficou claro que eles pecaram por fazer algo que lhes era proibido. A partir daí, sempre a humanidade se distanciou de Deus porque, a cada dia, mais e mais se praticava aquilo que era proibido.

Passado alguns séculos, graças à misericórdia divina, algumas pessoas, no caso os israelitas, começaram a propor algo inovador: Assim como o homem se distanciou de Deus é possível ao mesmo se aproximar de Deus pela própria vontade de estar com Ele. Surge então o jejum. Mas o que é isso? Qual a finalidade? Se Adão e Eva pecaram por fazer algo que lhes era proibido, ou seja, pecaram por comer algo que não era permitido fazendo-os se distanciarem de Deus, agora o ser humano deixa de comer algo que lhe é permitido para se aproximar de Deus. O jejum é uma troca de valores.

A prática do jejum é algo notório até aos dias de hoje. Mas infelizmente sua compreensão se tornou mesquinha e vulgar. É aí que entra a segunda pergunta feita acima: Qual a sua finalidade? Vejamos alguns pontos abaixo que melhor explicam isso:

O jejum não serve de barganha com Deus: Deus não é um ser de trocas. Aliás, Ele nem precisa disso. Não é porque você faz que Ele verá mérito nisso e lhe recompensará. Deus não dá por troca; dá por graça. Hoje em dia o que se vê são muitos jejuns com o intuito de se alcançar um alvo, ou para que Deus mude uma situação, ou para que uma resposta seja dada. Não que isso não aconteça, mas não é por troca. O jejum muda, mas não é Deus e sim você. Mas o que é jejum?

O jejum não é para aparecer: Muitos jejuam por prática; por mero calendário. Jejum não é marcado na folhinha de calendário. É algo espontâneo. "Deu vontade? Vai lá e faz". E se é marcado no calendário cuidado para que não vire liturgia, rotina, rito, mero afazer do cotidiano. O jejum é a busca por Deus e Sua ação transformadora. É negar-se e buscar algo diferente, algo que melhore a forma de ser. Logo, jejuar é se achegar a Deus de forma voluntária e humilde. É propor uma troca: O egoísmo pelo teocentrismo. Mas o que é jejum?

O jejum não tem poder: Muitos jejuam para expulsar demônios (não que não deva jejuar para isso), para terem poderes divinos, para serem mais santos, para terem uma auréola na cabeça, etc. Jejum não é para isso. Quando se jejua o que acontece é uma aproximação do jejuante a Deus. Nessa aproximação, aquele que jejua, se transforma, uma vez que ele nega suas vontades para receber as de Deus. Assim, fica mais fácil entender a passagem "Essa casta só é expulsa por jejuns e orações" (Mt 17.21). Não é o jejum que expulsa, mas o aproximar a Deus e receber Dele novas instruções de fé que transformam não só o jejuante como também o seu redor. A casta não era expulsa não por falta de poder, mas por falta de instruções divinas e por falta de maior intimidade com a situação do endemoniado. O jejum transforma a pessoa deixando-o mais próximo de Deus. É isso que expulsa a casta: Deus. Mas o que é jejum?

O jejum não é apenas deixar de fazer algo que é permitido: É mais que isso. É, além disso, orar para que tal atitude tenha efeito. Todas as vezes em que se jejua de nada vale o referido ato se não houver os momentos de orações. Um exemplo simples é: Quando se fizer jejum de uma fruta da qual se gosta muito, sempre que vier a vontade de comê-la você se lembrará que está fazendo jejum e, concomitantemente, deve vir a oração dirigida a Deus como substituição do ato de comer o fruto desejado. Logo, o jejum serve de lembrete da necessidade de oração.

Mas, afinal, o que é jejum e para que serve?

De forma sintética e objetiva, jejum é o ato voluntário de um homem ou mulher que evita comer, usar ou usufruir de algo que lhe é permitido para simplesmente se achegar a Deus, de forma humilde, buscando transformação própria e evitando o pecado, para que novos objetivos de vida sejam introduzidos na mesma alimentando-a.

Sendo assim o jejum não muda Deus, pois este é imutável. O jejum muda o próprio jejuante quando este percebe seu desvio e volta para o caminho melhor. Não trás poder porque o poder é somente de Deus. As transformações poderosas estão na vida do jejuante pelo fato de este compreender melhor o caminho que se deve seguir. Jejum não dá poder, o leva para o Poderoso. Jejum não é ritual mas entrega voluntária de efetiva busca de transformação. E acima de tudo, jejum é a busca por Deus e tão somente por Ele deve ser a busca.
 
Por Carlos Chagas
 
Fonte: cristaoshoje.blogspot.com.br

quarta-feira, 7 de março de 2012

Orgulho é igual a queda

O orgulho sufoca, destrói, mata, derruba, etc. É um pecado mencionado com bastante freqüência nas Escrituras e todas as suas menções indicam que Deus o odeia. Deus realmente abomina o sentimento de orgulho! Toda criatura que cai nesta perigosa cilada enfrenta o Deus todo poderoso sem o menor temor. Isto porque o orgulho cega o entendimento. Ele faz seus escravos pensarem que podem tomar o lugar do Onipotente Deus ou que podem ser uma criatura superior às outras. Mas isto é engano, um caminho que leva tudo à destruição.

O primeiro pecado mencionado na Bíblia é o orgulho. Satanás queria ser como Deus, queria destroná-lo. Assim nasceu a primeira contenda no céu. Um terço dos anjos foram seduzidos. Acreditaram nas promessas do suposto futuro “senhor” de tudo. Se encheram de orgulho influenciados por Satanás. A propósito, aqueles que pensam que o sentimento de orgulho não traz contenda e desordem, estão completamente errados. O orgulho causa confusão, contenda, mágoa, brigas, discussões, divisões, etc. Além disso, o cristão quando é orgulhoso envergonha o nome de Cristo, pois isto contraria tudo o que o Mestre ensinou e viveu.

Dentro do Ministério Musical o pecado do orgulho pode ser facilmente detectado. Preste atenção:

» Quando não aceitamos exortação de nossos pastores, líderes e até mesmo de nossos companheiros de ministério » Quando sempre achamos que estamos certos » Quando não damos ouvido às outras pessoas » Quando achamos que somos melhores do que alguém » Quando achamos que somos dignos de receber alguma glória e louvor » Quando achamos que a obra que executamos está tendo sucesso pela nossa capacidade » Quando achamos que o nosso estilo musical é o mais correto perante Deus » Quando humilhamos, subestimamos ou não valorizamos aqueles que estão iniciando no ministério

Talvez esta seja a razão da escassez de verdadeiros adoradores dentro do povo chamado cristão. Esta triste armadilha têm cegado a muitos, tornando-os joio, ao invés de trigo. Aqueles que desejam trilhar a árdua jornada da verdadeira adoração deverão riscar de sua vida tudo aquilo que foi dito anteriormente. O verdadeiro adorador não deixa ser tomado pelo orgulho, mas permanece humilde pelo temor que tem de Deus. O verdadeiro adorador sabe que Deus não reparte sua glória com ninguém! Jesus, além de ser o nosso Salvador, foi o maior Mestre que pisou na face da terra. Suas maiores lições sempre tinham a ver com humildade. Ele sabia que a falta de humildade causava destruição, ruínas, separação, tristeza, e o pior de tudo, entristecia a Deus. Foram de Jesus as palavras:

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Mateus 5.5) Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. (Mateus 5.11) Portanto, quem se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. (Mateus5.18)

Jesus não só ensinou sobre a humildade, mas sua vida refletia isto em cada atitude. Dia a dia ele mostrava que o orgulho não fazia parte do seu caráter. Não foi o Rei Jesus quem lavou os pés dos discípulos na noite da Ceia? É importante ressaltar que nenhum dos 12 homens merecia isto. Outra prova de humildade foi a sua terrível morte na cruz. Na época de Jesus, a morte de cruz era um dos piores e mais humilhantes tipos de morte existente. Na polida sociedade romana até a sua menção era proibida. Você consegue imaginar o rei da glória, o filho de Deus se submetendo aos soldados romanos, apanhando, levando chutes, socos, chicotadas e tendo sua cabeça furada por uma coroa de espinhos? É difícil compreendermos isto, mas entendemos que foi uma das grandes, senão a maior prova de humildade de Jesus.

Querido irmão, faça o possível para viver uma vida de humildade, refletindo este ensinamento de Cristo em cada atitude, palavra e até pensamento. Lembre-se sempre: sem humildade, não há verdadeira adoração. Por isso, dedique um bom tempo de sua oração pedindo a Deus um caráter livre do orgulho, derrame-se aos pés do Pai e peça para Ele te curar de qualquer tipo de soberba e espere os desafios que aparecerão a você, porque, certamente o seu coração será posto à prova em muitas ocasiões. Até a próxima,

Autor: Ramon Tessmann

Fonte:www.vidanovamusic.com

sábado, 7 de janeiro de 2012

A Ceia do Senhor

    Comunhão com Deus e com nossos Irmãos

Quase todas as igrejas que proclamam seguir a Cristo observam a Ceia do Senhor. O pão e o fruto da videira são elementos comuns nas assembléias de adoração de vários grupos religiosos. Mas há diferenças no entendimento a respeito desta comemoração. Neste artigo, examinaremos o que a Bíblia ensina sobre a Ceia do Senhor para aprender como devemos participar dela hoje em dia.

A Primeira Ceia: O Exemplo de Jesus

Quatro textos registram os pormenores da primeira "Ceia do Senhor". Três destes relatos estão nos evangelhos (Mateus 26:26-29; Marcos 14:22-25 e Lucas 22:19-20) e o outro está em 1 Coríntios 11:23-26. Podemos aprender como Jesus e os apóstolos celebraram a ceia comparando estes relatos. Por favor, pare uns poucos minutos para ler cada uma destas quatro passagens, antes de continuar este estudo. Observe as minúcias:
 
O propósito: "Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19). A Ceia do Senhor é nossa oportunidade para lembrar o sacrifício que Jesus fez na cruz, pelo qual ele nos oferece a esperança da vida eterna: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha" (1 Coríntios 11:26). A Ceia do Senhor não pretende ser um memorial do nascimento, da vida ou da ressurreição de Cristo. É um momento especial no qual os cristãos refletem sobre o Salvador sofredor para serem lembrados do alto preço que ele pagou por nossos pecados. Precisamos manter este tema central do evangelho (1 Coríntios 2:1-2) em nossas mentes.
 
Os símbolos: Jesus usou dois símbolos para representar seu corpo e seu sangue. É claro que ele não ofereceu literalmente seu corpo (que ainda estava inteiro) nem seu sangue (que ainda estava correndo através de suas veias). Ele deu aos discípulos pão sem fermento para representar seu corpo e o fruto da videira (suco de uva) para representar o sangue que estava para ser derramado na cruz. Ele não deixou dúvida sobre a relação deste sacrifício com nossa salvação: "Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados" (Mateus 26:28).
A ordem: Quando comparamos estes quatro relatos, podemos também ver a ordem na qual a ceia foi observada. Jesus primeiro orou para agradecer a Deus pelo pão e então todos o partilharam. Ele orou de novo para agradecer ao Senhor pelo cálice, e todos beberam dele. Deste modo, ele chamou especial atenção para cada elemento da ceia.
 
A Ceia do Senhor na Igreja Primitiva
O livro de Atos e as cartas escritas às igrejas nos ajudam a aprender um pouco mais sobre a Ceia do Senhor. Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana para participarem da ceia (Atos 20:7). Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1 Coríntios 10:14-22). Era tomada quando toda a congregação se reunia, como um ato de fraternidade entre os irmãos (1 Coríntios 11:17-20). Cada cristão era obrigado a examinar-se para ter certeza de que estava participando da ceia de um modo digno (1 Coríntios 11:27-29).
 
Observações sobre a Ceia do Senhor
Ainda que o ensinamento da Bíblia sobre a Ceia do Senhor não seja complicado, muitas diferenças de entendimento apareceram depois do tempo do Novo Testamento. O único modo de sabermos que estamos seguindo o Senhor é estudar as instruções e imitar os exemplos que encontramos no Novo Testamento. Nunca estamos livres para ir além do que o Senhor revelou na Bíblia (veja Colossenses 3:17; 1 Coríntios 4:6 e 2 João 9). Consideremos o que a Bíblia diz em resposta a algumas questões sobre a Ceia do Senhor.
 
Quando devemos observar a Ceia do Senhor? Jesus mostrou aos seus discípulos como participar deste memorial, mas não especificou quando. Aprendemos quando os primeiros cristãos observaram a ceia pelo exemplo dos discípulos em Trôade: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão. . ." (Atos 20:7). Quando seguimos este exemplo e participamos da Ceia do Senhor todos os domingos, relembramos freqüentemente o sacrifício que Jesus fez por causa de nossos pecados. Quando meditamos sobre o Salvador sofredor no domingo, é mais fácil resistir a tentações durante o resto da semana. Quando entendemos o alto preço que Jesus pagou por nossos pecados, esforçamo-nos para evitar qualquer coisa que possa magoá-lo e tornar vão seu sacrifício (veja Hebreus 10:24-31).
 
Onde devemos participar da Ceia? A Ceia do Senhor é um ato de comunhão entre cada cristão e o Senhor, e é também um ato de comunhão entre cristãos. Em Atos 20:7, os discípulos se reuniam para partir o pão. 1 Coríntios 11:20-22 distingue entre a Ceia do Senhor, que era o propósito de sua reunião como uma congregação, e as refeições comuns, que eram tomadas nas casas de cristãos. Não encontramos nenhuma autoridade na Bíblia para participar da Ceia do Senhor a sós ou fora da assembléia da igreja.
 
Quem tem o direito de tomar a Ceia do Senhor? A Ceia do Senhor é um ato espiritual partilhado pelo Senhor com aqueles que estão em fraternidade com ele. Jesus não ofereceu o pão e o cálice a todos, mas aos seus discípulos (Mateus 26:26). Aqueles que estão servindo ao Diabo não têm o direito de partilhar desta refeição com o Senhor (1 Coríntios 10:16-22). João conta-nos que somos aptos a participar com Deus na comunhão espiritual somente se andarmos na luz do seu caminho: "Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:5-7). Somente aqueles que já foram batizados para a remissão dos pecados para entrar no corpo de Cristo devem participar da Ceia do Senhor (Atos 2:38; Gálatas 3:26-28).
 
O que significa participar "indignamente"? Cada um que participa da Ceia do Senhor deverá examinar-se para estar certo de que está participando de maneira correta, discernindo o verdadeiro significado do memorial. "Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim, coma do pão e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si" (1 Coríntios 11:27-29). A palavra "indignamente" é freqüentemente mal entendida. Ela não descreve a dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo). Esta palavra descreve o modo de participar. A pessoa que não leva a sério esta comemoração está brincando com o sacrifício de Cristo e está se condenando por não discernir o corpo de Cristo. Por esta razão, devemos ser muito cuidadosos cada vez que participarmos da Ceia do Senhor. É imperativo que esqueçamos as preocupações mundanas e prestemos atenção exclusivamente à morte de Cristo. Se tratarmos a Ceia do Senhor como um mero ritual, ou se a tomarmos levianamente e deixarmos de meditar no seu significado, condenamo-nos diante de Deus.
 
A Ceia do Senhor: Passado, Presente e Futuro
Os discípulos de Cristo são privilegiados ao participarem com ele todas as semanas da Ceia do Senhor. Deste modo, ligamos o passado, o presente e o futuro.
 
Passado: Olhamos para trás, para o sacrifício que Jesus fez na cruz. Entendemos isto como sendo o fundamento e o centro de nossa salvação.
 
Presente: Quando meditamos no terrível preço que Jesus pagou para nos redimir de nosso pecado, nossa decisão de resistir à tentação é fortalecida.
 
Futuro: Entendemos que a morte de Jesus é a base de nossa esperança, e assim proclamamos nossa fé nele quando olhamos em frente para a volta do Senhor e para nossa salvação eterna.
Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.
­por Dennis Allan
Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Algumas Razões Bíblicas Porque o Crente Não Perde a Salvação

Existe um ensino segundo o qual o crente não está salvo eternamente, ou seja, precisa se esforçar, lutar contra o pecado para não perder a salvação e, assim chegar ao céu. A Bíblia, porém, ensina que há uma salvação agora e eterna: “Em verdade, em verdade vos digo: Quem crê, tem a vida eterna... eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre.” (Jo 6:47,51). Baseado em tão grande promessa, o crente já está salvo e eternamente. Do contrário, as palavras de Jesus, acima citadas, ficariam sem sentido. Sendo assim, o verdadeiro salvo jamais pecará ao ponto de desviar-se do Senhor, mas sempre se arrependerá, e jamais viverá na prática voluntária do pecado (ver I João 3:9). O crente genuíno é ovelha de Jesus, o bom Pastor (Jo 10:4-5). Por isso, uma vez salvo, salvo para sempre, e para ser santo, não para viver pecando.(I Co 1:2). Por isso, a salvação eterna não é pretexto para vivermos no pecado, como falsamente afirmam os defensores da perda da salvação. Dizem estes:

“Se o crente não perder a salvação, então, pode pecar a vontade”. Para estes a Bíblia dá a resposta: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça aumente? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? “ (Rm 6:12). Sim, o crente está na graça de Deus para sempre, mas não por causa disso vive no pecado, pois para o mesmo morreu (Rm 6:6-7). Agora pergunto aos defensores da perda da salvação: “Como é então, que um verdadeiro crente pode voltar ao pecado, se o mesmo não o domina? A Bíblia é clara ao afirmar que o verdadeiro salvo não pode ser dominado (Rm 6:14). Por isso, não peca habitualmente.”. Àqueles que se dizem crentes e de repente perceberam-se dominados pelo pecado, na verdade, nunca foram ovelhas de Jesus, mas falsa ovelha, ou melhor, porca lavada. Deste modo sobreveio-lhes o que diz este provérbio verdadeiro: volta o cão ao seu vômito, e a porca lavada volta a revolver-se no lamaçal (II Pe 2:22).

Vejamos mais provas de que o verdadeiro crente não pode perder a salvação:

*Primeiro – É promessa de Jesus segurar o crente até o fim. “Eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará das minhas mãos” (Jo 10:28), “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25);

*Segundo – É o próprio Deus quem diz que o crente não se desvia dele: “E farei com eles (crentes) um pacto eterno de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32:40), “Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Cl 3:3);

*Terceiro – O crente não pode ser tragado pelo diabo e perder-se. É também promessa de Deus sermos guardados do diabo até o fim: “Mas fiel é o Senhor, o qual vos confirmará e guardará do maligno” (II Ts 3:3), “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca” (I Jo 5:18), “E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!” (II Tm 4:18);

*Quarto – O crente não perde a salvação, porque jamais sairá de Cristo, e Cristo jamais sairá do crente, pois o crente é um com o Senhor: “Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito” (I Co 6:17); “E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja” (Jo 17:26);

*Quinto – O crente não perde a salvação porque os dons de Deus são irrevogáveis, isto é, para sempre: “Porque os dons e a vocação de Deus são sem irretratáveis.” (Rm 11:29), “Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades”. (Hb 10:16-17);

Nos diz a Bíblia que fomos comprados por um alto preço (I Pe 1:18-19), por isso, não somos de nós mesmos (I Co 6:19-20), somos propriedade de Deus.

Agora pense: “Como pode perder-se alguém, cujo o proprietário é o Todo-poderoso?” Se você crer na perda da salvação, desculpe-me, mas para esta pergunta só lhe resta o silêncio como resposta. Ou então, crer!

No amor do nosso eterno Salvador

Henrique Ventura

Fonte: jornaltochadaverdade.blogspot.com

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Analisando o Pensamento Unitarista

O ensino unitarista nega terminantemente a santíssima trindade. Para eles não há três pessoas distintas na divindade (Pai, Filho e o Espírito Santo), mas três manifestações de um só Deus. Sendo assim, para o unitarista, as três pessoas da trindade não são três pessoas distintas.

Vejamos uma citação unitarista no tocante a este assunto: “Se Jesus é Senhor e Cristo, então, ele(Jesus) é e não pode ser outra coisa menos que Pai, Filho e Espírito Santo, em uma pessoa manifesta em carne. E não três pessoas, mas um Deus manifesto em três títulos maiores”.(De Volta a Palavra Original, p.9, publicado pela Igreja Unitarista Tabernáculo da Fé).

Portanto, para o unitarismo Jesus é Pai, Filho e Espírito Santo, manifestando-se por esses três títulos.

O Ensino Bíblico

Vejamos a partir de agora, de modo resumido, o que ensina a Bíblia no tocante a trindade e, por conseguinte, a perfeita união e distinção das pessoas que a compõem. A trindade de Deus está de modo claro revelada na Bíblia, esta nos apresenta um único Deus formado por três pessoas, uma só essência, da qual participa o Pai, o Filho e o Espírito Santo, ou seja, três pessoas e uma só natureza. Um Deus triuno e não triplo. Vejamos o seguinte versículo: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor (Dt.6:4). Neste versículo está revelado a trindade de Deus, pois a palavra único usada no original hebraico é a palavra echad que significa unidade composta. Esta palavra quando usada indicava não uma unidade absoluta, mas uma unidade composta, vejamos um outro exemplo do uso da palavra echad indicando assim uma unidade composta: E disse: eis que o povo é um (echad)...(Gn 11:6). Portanto, a palavra echad indica uma unidade composta, e se Deus é apresentado por esta palavra, então Ele é um Deus composto. Vale salientar, que existia também no original hebraico uma outra palavra usada para unidade absoluta, que era a palavra yachid, foi esta a palavra usada em Gn 22:2, quando Deus diz para Abraão: Toma o teu único (yachid) filho... É perfeito o emprego da palavra neste verso, pois Abraão tinha outro filho com Hagar, Ismael (Gn 16:4), mas o Filho da promessa era só um, Isaque.

Concluímos, então, que Deus é composto. Se a trindade de Deus é um ensino falso, não sendo ele trino, mas um só, porque então permitiria ele ser identificado na sua palavra de um modo composto, já que não seria isto verdade?

Vejamos mais uma prova da Santíssima Trindade nos seguintes versículos: Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele; e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho Amado, em quem me comprazo (Mt 3:16-17). Nesta passagem temos evidência clara acerca das três pessoas da trindade, Jesus sendo batizado, o Espírito Santo vindo sobre Ele, e o Pai falando do céu, ou seja, três pessoas distintas. No entanto, dizem os unitaristas que isto foi possível não porque haja três pessoas distintas, mas por ser Jesus onipresente se manifestou de três formas ao mesmo tempo. Ao fazer este arranjo, eles esquecem o seguinte detalhe: Jesus estava como homem e portanto limitado, não podendo estar se batizando, descendo do céu em forma de pomba e falando do céu. E, ainda o que seria mais absurdo, dizendo para ele mesmo: Este é meu Filho Amado em quem me comprazo. Alguém diz: “Ao se fazer carne Jesus deixou de ser onipresente?”. Ao se fazer carne, Cristo não usou seus atributos divinos, pois deles abdicou para morrer como homem (veja Fl 2:6). Assim sendo, Jesus como homem não usou seus atributos divinos, e como a onipresença, faz parte desses atributos, Ele enquanto não ressuscitou não usou sua onipresença. Ao ressuscitar, Jesus passou a usar tudo o que era seu de direito (Mt. 28:18), pois a obra já havia sido consumada, e hoje mesmo estando no céu com o corpo glorioso, Jesus é onipresente, sendo aquele que enche tudo e em todos (Ef. 1:23). Mas na terra enquanto homem não.

Uma outra observação acerca do texto em questão é o que nos diz o verso 16 em que Jesus recebeu o Espírito Santo “sobre Ele”. Isto faz cair por terra a idéia unitarista de que Jesus é o Espírito Santo, pois como pode uma pessoa receber sobre si ela mesma? Só se recebe sobre si outro. Assim sendo, Jesus recebeu sobre si a terceira pessoa da trindade, o Espírito Santo (Ver Lc 4:18).

Vejamos mais passagens que mostram a distinção das três pessoas da trindade:

1. Rogo-vos irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito que combatais comigo nas vossas orações a Deus (Rm 15:30).

2. A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam como todos vós (II Co 13:13).

3. Mas quando apareceu a bondade de Deus nosso salvador... Ele nos salvou mediante a lavagem da regeneração e renovação pelo Espírito Santo, que ele derramou ricamente sobre nós por meio de Jesus Cristo (Tt 3:4-6).

(Ver ainda Lc 10:21, I Co 12:4-6, I Pe 1:2)

Sim, a trindade de Deus está clara na Bíblia, e os que nela crêem cante como os serafins no céu: Santo, santo, santo, é o Senhor dos exércitos. (Is 6:3).

O Espírito Santo é Deus (At 5:3), igual ao Pai e ao Filho. Porém, distinto de ambos, ele não é o Pai nem o Filho, é sim o Espírito de Cristo (Rm 8:9). É portanto, igual ao Pai e procedente D’ele (Jo 15:26), é igual ao Filho e também procedente Dele (Gl 4:6), enfim, é o Espírito que procede do Pai e do Filho. Sendo de ambos pessoa distinta: ...batizando-os em nome: do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt. 28:19).

A Distinção Entre o Pai e o Filho

A Bíblia apresenta o Senhor Jesus como sendo o Filho eterno do Pai (Jo 1:1), ao contrário do que dizem os unitaristas, que afirmam que Jesus passou a existir como Filho quando foi gerado no ventre de Maria, e que antes disso Jesus não existia como Filho de Deus. A verdade bíblica é: Nunca houve o dia que Jesus nasceu como Filho, Ele é eternamente gerado do Pai, sempre existiu com o Pai: Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas as saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade (Mq 5:2). As saídas de Cristo, como Filho de Deus, não foi o ventre de Maria, mas desde os dias da eternidade, por isso Jesus afirmou que o Pai o amava (Jo 17:24). Sendo assim, Jesus é Filho eterno do Pai, o verbo que se fez carne (Jo 1:14), é a Ele que se refere I Tm 3:16, sim, Jesus é Deus manifesto em carne. O Espírito Santo transportou sua vida desde os céus para o ventre de uma virgem, o encarnando no ventre de Maria. A carne do Filho eterno de Deus foi obra exclusiva do Espírito Santo, o anjo foi claro: O que é nascido é do Espírito Santo. (Mt. 1:20), não tendo Jesus participação alguma com a carne de Maria. E isto explica a expressão usada em Lucas 1:35: Será chamado Filho de Deus.

Dizem os unitaristas que se Jesus fosse chamado de Filho de Deus por ocasião da encarnação, então antes disto acontecer, ele não existia como Filho. Porém, o que o verso quer dizer é que Jesus na terra seria tão somente Filho de Deus e, que até seu corpo foi Deus que o criou (Hb 10:5). Esquecem os unitaristas, que Jesus como Filho sempre existiu com o Pai, e que na encarnação ele não foi criado com Filho, mas introduzido no mundo: E outra vez, ao introduzir no mundo o seu primogênito... (Hb 1:6). Sim, no tempo certo aquele que já existia no céu se fez carne e habitou entre nós. (Jo 1:14, Gl 4:4). Portanto, Jesus como Filho eterno de Deus sempre existiu, na terra era ele Deus encarnado (Mt 1:23), por isso declarou-se igual ao Pai (Jo 5:12). Sim, Jesus é Deus bendito eternamente (Rm 9:5). Porém, Ele não é a pessoa do Pai, mas um com Ele, Ele é igual a seu Pai, possui a mesma natureza, sendo distinto como pessoa. Vejamos esta verdade: Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer (Jo 1:18). Esta passagem constitui-se no golpe mortal no ensino unitarista, mostra o verso que Jesus é Deus gerado de Deus, ou seja, é o unigênito do Pai. Esta palavra unigênito significa único da mesma espécie, Cristo é o único possuidor da genitura do Pai, logo, Ele não pode ser a pessoa do Pai, visto que não se pode ser unigênito de si mesmo. E ainda mais, o verso chama Jesus de Deus unigênito deixando claro que na divindade um é o Deus Pai, e outro é o Deus Filho, e que ambos tem a mesma essência e uma perfeita união (Jo 10:38). Foi por isso, que Jesus declarou-se não como sendo a pessoa do Pai, mas Filho eterno Dele: Aquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, dizeis vós: blasfemas; porque eu disse: Sou Filho de Deus (Jo 10:36). Jesus nunca declarou-se o Pai, mas Filho igual ao Pai: Eu e o Pai somos um (Jo 10:30), isto é, um em divindade, mas distinto como pessoa, pois disse: somos um e não: Eu e o Pai é um. Além do mais como poderia Jesus ser Pai e Filho ao mesmo tempo? como poderia ser Filho de si mesmo? Respondem os unitaristas: “Quando nascemos somos filhos, mas quando casamos e temos filhos, nós nos tornamos filho e pai ao mesmo tempo.” Para justificar que Jesus era ao mesmo tempo Filho e Pai. Neste verdadeiro malabarismo esquecem um simples detalhe e por isso caem do trapézio. O detalhe é: Quando temos um filho, nós que antes éramos só filho, obviamente seremos também pai, porém um é o pai, outra é a pessoa do filho, há distinção. Sendo assim, um é Deus Pai, outro é seu Filho, por isso nossa comunhão é: Com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo (I Jo 1:3).

Vejamos o seguinte versículo: Eu te glorifiquei na terra, concluindo a obra que me deste para fazer. E agora, Pai glorifica-me em tua presença com a glória que tinha contigo antes que o mundo existisse(Jo 17:4-5). Perceba, o amado leitor, a distinção entre o Pai e o Filho: Jesus falou que glorificou o Pai na terra, e o fez na cruz (Jo 13:31), e pediu para que o Pai o glorificasse, e com uma glória eterna, da qual Ele é participante desde a eternidade. Mostrando sua filiação com o Pai, pois diz: A glória que tinha (passado) contigo. Sim, o Filho glorificou o Pai e o Pai glorificou o Filho (Jo 10:32) numa perfeita união.

Na cruz Jesus orando ao Pai disse: ...Deus meu, Deus meu, porque me desamparastes?”(Mt 27:46). Estaria Jesus orando para ele mesmo? Dizem os unitaristas que as vezes que Jesus orou ao Pai, era a sua natureza humana orando à divina. Aí eu pergunto: Afinal, quem é o Pai? a natureza divina de Jesus para quem ele orava ou um dos seus três títulos maiores? Decidam-se! Dizer que a natureza ora é um disparate. Quem ora é pessoa. Jesus não ensinou a natureza dos discípulos a orar, mas a pessoa dos discípulos: Vós orareis assim (Mt 6:9). Quem ora é uma pessoa e se ora à outra. Tanto na cruz como noutros casos era a pessoa de Jesus orando a pessoa do Pai (ver Lc 22:41-42). Vejamos o seguinte versículo: E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou porque me ouvistes(Jo 11:41). Se Jesus é o Pai, que necessidade teria de erguer os olhos ao céu, se ele já estava ali? E outra, se ao orar Jesus o fazia com sua natureza humana à divina, terão que ensinar que além de orar a natureza humana de Jesus possui olhos! Veja no que dá o ensino dos unitaristas!

O Testemunho dos Apóstolos

Se o ensino unitarista é verdadeiro, então teria os apóstolos ensinado, ou melhor, teria Jesus instruído a eles a ensinarem que Ele Jesus é o Pai e que não há trindade visto ter sido os apóstolos ensinados diretamente por Jesus (At 1:2-3). Porém os apóstolos não ensinaram a doutrina unitarista, isto é, eles não criam que Jesus era a pessoa do Pai, mas distinto dele. Muito embora tenham eles ensinado a divindade de Cristo e tenham o apresentado como Deus, não misturavam as pessoas. Eles ensinaram uma perfeita união entre o Pai e o Filho e o Espírito Santo, sem misturar as pessoas.

Para os apóstolos Jesus não era a pessoa do Pai, mas distinto D’ele, e igual na divindade. Vejamos o testemunho de três apóstolos no tocante ao assunto:

A) Pedro – Quando Jesus perguntou: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? (Mt. 16:13). Pedro respondeu: ...Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo(Mt 16:16). Nesta resposta vemos a distinção entre o Pai e o Filho, pois Pedro afirmou não que Jesus fosse o Pai, mas o Filho Dele. E Jesus confirma esta verdade ao dizer: ...bem aventurado és tu, Simão Barjonas, pois não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai que está nos céus (Mt 16:17). Ora, quem revelou a Pedro a sublimidade de Cristo como sendo Filho do Deus vivo foi o Pai, que segundo Cristo estava nos céus. Estando Jesus na terra, naquela ocasião, não poderia ser ele o Pai que estava revelando a Pedro. Assim sendo, o Deus Pai revelou a Pedro a sublimidade de Cristo seu Filho, Deus não o revelou que Jesus era o mesmo Pai, mas o Filho Dele. É esta revelação que falta aos unitaristas. No monte da transfiguração mais uma vez é revelada a sublimidade de Cristo como Filho de Deus distinto do Pai, lá o Pai disse do Filho: Este é o meu Filho Amado, em quem me comprazo. A Ele ouvi. (Mt 17:5). A voz que saiu do céu foi a de Deus Pai em relação ao seu filho na terra, assim Jesus não poderia ser a mesma pessoa do Pai. Pedro foi testemunha ocular do fato pois esteve lá (Mt 17:1). Em sua epístola ele esclarece que quem falou do céu foi Deus Pai, glorificando a seu Filho, distinguindo assim as pessoas, diz ele: Porquanto ele (Jesus) recebeu de Deus Pai honra e glória, quando pela glória magnifica lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é meu Filho Amado, em quem me comprazo; e essa voz dirigida do céu, ouvimo-la nós mesmos, estando com Ele no monte santo (II Pe 1:17-18). Tanto nesta passagem como em I Pe 1:2, o apóstolo usa o termo: Deus Pai distinguindo este de seu Filho, o que mostra a verdade incontestável, de que há um na divindade chamado Deus Pai.

B) João – Dos apóstolos o mais achegado a Jesus, ao ponto de ser chamado o discípulo a quem Jesus amava (Jo 13:23). É justamente o apóstolo amado que nos fornece provas da divindade de Cristo e sua distinção com o Pai. No evangelho que traz o seu nome encontramos diversos relatos em que Jesus é apresentado como divino mas distinto do Pai. Aliás, a finalidade do evangelho de João foi revelar Cristo como Filho distinto do Pai, o único no qual encontramos a vida eterna: Estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome (Jo 20:31).

Vejamos agora passagens do evangelho de João nas quais a doutrina unitarista vira pó: Mas Jesus respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também (Jo 5:17), Pai, glorifica o Teu Nome. Veio, então do céu esta voz: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei (Jo 12:28), Na vossa lei está escrito que o testemunho de dois homens é válido. Eu sou um que testifica de mim mesmo, a minha outra testemunha é o Pai. (Jo 8:17-18), Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. (Jo 15:1), Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim.(Jo 14:3) e Vim do Pai e entrei no mundo; agora deixo o mundo e volto para o Pai (Jo 16:28).

Portanto, o apóstolo amado não nos escreveu nada sobre um Cristo paranóico, que se dizia Filho de si mesmo, orava a si mesmo, e etc.

C) Paulo – O maior apologeta da Igreja que ensinou tudo sobre a doutrina neotestamentária (At 20:27). Em seus escritos encontramos a divindade de Cristo e sua distinção com o Pai. Vejamos esta verdade: Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e o Senhor Jesus Cristo (Gl 1:3), Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo...(Ef 1:3), Então virá o fim quando ele(Jesus) entregar o reino a Deus o Pai(I Co 15:24), Paz seja com os irmãos, e amor com fé, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo(Ef 6:23), Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também (I Co 7:6). Por estas passagens vemos que o apóstolo Paulo ensinava não que Jesus fosse a pessoa do Pai, mas Filho divino D’ele e, portanto igual ao Pai, porém distinto quanto a pessoa.

A doutrina unitarista de que Jesus é o Pai é falsa, pois não foi ensinada pelos apóstolos. Portanto deve ser rejeitada e pelos fiéis combatida.

No amor de Deus,

Henrique Ventura
Fonte: Jornal Tocha da Verdade Online

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A rejudaização da Igreja

O Pastor Isaltino Gomes Coelho Filho escreveu o seguinte sobre a rejudaização da Igreja:

A rejudaização do evangelho tem um lado comercial e outro teológico. O comercial se vê nas propagandas para visita à "Terra Santa". O judaísmo girava ao redor de três grandes verdades: um povo, uma terra e um Deus. No cristianismo há um povo, mas não mais como etnia. A Igreja é o novo povo de Deus, herdeira e sucessora de Israel, composta de "homens de toda tribo, e língua e povo e nação" (Ap 5.9). Há também um Deus, que se revelou em Jesus Cristo, sua palavra final (Hb 1.1-2). Mas não há uma terra santa. No cristianismo não há lugares e objetos santos. O prédio onde a Igreja se reúne e que alguns chamam, na linguagem do Antigo Testamento, de "santuário", não é santuário nem morada de Deus. É salão de cultos. O Eterno não mora em prédios, mas em pessoas. Elas são o santuário (At 17.24, 1Co 3.16, 6.19 e Hb 3.6). Deus não está mais perto de alguém em Jerusalém que na floresta amazônica, nos condomínios, favelas e cortiços das grandes cidades. No cristianismo, santo não é o lugar. São as pessoas. Não é o chão. É o crente. E Deus pode ser encontrado em qualquer lugar. Não temos terra santa, e sim gente santa.

A propaganda gera uma teologia defeituosa. Pessoas vão à Israel para se batizar nas águas onde Jesus se batizou. Ora, o batismo é único, singular e sem repetição. Ele segue a conversão e mostra o engajamento da pessoa no propósito eterno de Deus. Uma pessoa que foi batizada, após conversão e profissão de fé, numa igreja bíblica, não se batiza no rio Jordão. Apenas toma um banho. E, sem o sentido filosófico do ser e do vir a ser de Heráclito, aquele não é o Jordão onde Jesus foi batizado porque as águas são outras. As moléculas de hidrogênio e oxigênio que compunham aquele Jordão podem estar hoje em alguma nuvem. Ou na bacia amazônica. Ou no mar. Até no Tietê. É mero sentimentalismo e não identificação com Jesus. É lamentável que pastores conservadores em teologia "batizem" crentes já batizados no Jordão. Isto é vulgarizar o batismo, tirando seu valor teológico.

Não sou contra turismo. Faça-o quem puder e regozije-se com a oportunidade. Sou contra o entortamento da teologia como apelo turístico. Temos visto pastores com sal do mar Morto, azeite do monte das Oliveiras (há alguma usina de beneficiamento de azeitonas lá?) e até crucifixos feitos da cruz de Jesus (pastores evangélicos, sim!). Há um fetichismo com terra santa, areia santa, água santa, sal santo, folha de oliveira santa, etc. No cristianismo as pessoas são santas, mas as coisas não. A rejudaização caminha paralelamente com a superstição e feitiçaria. É parente da paganização. Não estou tecendo uma colcha de retalhos. Tudo isto é produto de uma hermenêutica defeituosa, que não compreende as distinções entre os dois Testamentos, os critérios diferentes para interpretá-los, a pompa e liturgia do judaísmo em contraposição à desburocratização do cristianismo e que a palavra final de Deus foi dada em Jesus Cristo. É o NT que interpreta o AT e não o AT que interpreta o NT.

Um outro fator abordado pelo pastor Isaltino é a tal “restauração do sacerdócio”. O pastor visto como um intermediário da relação do homem com Deus. Sabemos que no NT o sacerdócio universal do crente fica claro, nem um filho de Deus precisa de sacerdotes humanos para ter acesso ao Pai. Temos a Cristo como o nosso Mediador:

Entretanto, a incidência do uso do termo "leigo" para os não consagrados aos ministérios é reveladora. Todos nós somos ministros, pois todos somos servos. E todos somos leigos, porque todos somos povo (é este o sentido da palavra "leigo", alguém do povo). Não temos clero nem laicato. Somos todos ministros e somos todos povo. Mas cada vez mais as bases ministeriais são buscadas no Antigo Testamento e não no Novo. Usamos os termos do Novo com a conotação do Antigo. O pastor do NT passa a ter a conotação do sacerdote do AT. É o "ungido", detentor de uma relação especial com Deus que os outros não têm. Só ele pode realizar certos atos litúrgicos, como o sacerdote do AT. Por exemplo, batismo e ceia só podem ser celebrados por ele. Assumimos isto como postura, mas não é uma exigência bíblica. Na batalha espiritual isto é mais forte. Os pastores tornam a igreja dependente deles. Só eles têm a oração poderosa, a corrente de libertação só pode ser feita por eles e na igreja, só eles quebram as maldições, etc.

O sentido teológico do sacerdote hebreu parece permear fortemente o sentido teológico do pastor neotestamentário na visão destas pessoas. Este conceito convém ao pastor que prefere ser chamado de “líder”. Ele se torna um homem acima dos outros, incontestável, líder que deve ser acatado. Tem uma autoridade espiritual que os outros não tem. O Antigo Testamento elitiza a liderança. O Novo Testamento democratiza. Para os líderes destes movimentos, o Novo Testamento, a mensagem da graça e a eclesiologia despida de objetos, palavras e gestual sagrados não são interessantes. Assim, eles se refugiam no AT. Por isso há igrejas evangélicas com castiçais de sete braços e estrelas de Davi no lugar da cruz, bandeira de Israel, guardando festas judaicas, e até incensários em seus salões de cultos. Há evangélicos que parecem frustrados por não serem judeus. A liturgia pomposa do judaísmo é mais atraente e permite mais manobra ao líder que se põe acima dos outros. Concluindo, a atração pelo poder é maio dor que o desejo de servir.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Deus sob julgamento

Pergunta: “Recentemente ouvi o ensino de que não devemos apenas falar a Deus sobre nossos problemas e dificuldades, mas que também devemos questioná-lO quando não entendemos Sua maneira de dirigir nossa vida. Podemos realmente fazer isso?”

Resposta: O que tentaram lhe ensinar é simplesmente abalador! Nós também já ouvimos esse tipo de afirmação. A arrogância humana, camuflada como cristianismo, parece não conhecer limites! Quem tem coragem de falar dessa forma deveria ser questionado se, afinal, entendeu alguma coisa a respeito das verdades bíblicas sobre a santidade absoluta de Deus e a pecaminosidade e pequenez humanas. O Senhor já lamentou através do profeta Isaías: “Que perversidade a vossa! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse ao seu artífice: Ele não me fez; e a coisa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe” (Is 29.16). Em Isaías 45.9 lemos um “ai” para todos que se atrevem a falar com Deus dessa maneira: “Ai daquele que contende com o seu Criador! E não passa de um caco de barro entre outros cacos. Acaso, dirá o barro ao que lhe dá forma: Que fazes? Ou: A tua obra não tem alça.”

Em Números 14.1ss vemos de maneira muito clara quanto Deus leva a sério a rebeldia e como o “ai’ acima citado se aplica na prática: os espias que haviam saído a explorar a Terra Prometida voltaram ao acampamento israelita com um relatório arrasador. Eles tinham visto gigantes e sentiam-se como gafanhotos diante deles (Nm 13.32-44). Com suas palavras, que excluíam por completo o poder ilimitado de Deus, eles influenciaram negativamente todo o povo. E o povo reagiu imediatamente com reclamações, murmurações e gritaria – primeiro contra Moisés e Arão, e depois contra o próprio Deus: “E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito?” (Nm 14.3). Quais foram as conseqüências? Se Moisés não se tivesse colocado na brecha e intercedido pelos israelitas, de maneira comovente e sem poupar a si mesmo, o povo teria sido aniquilado (a respeito, leia com atenção todo o capítulo 14 de Números)!

Certamente podemos clamar a Deus, falar-Lhe dos nossos problemas, podemos chorar e suplicar por Sua intervenção, mas jamais temos o direito de exigir algo dEle ou de cobrar dEle a razão porque agiu de uma maneira que não nos agrada. É um atrevimento sem medida tentarmos, em oração, obrigar Deus a fazer a nossa vontade. Quem se atrever a fazê-lo será vergonhosamente frustrado! Em Isaías 6.3 os serafins clamam: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”. Os quatro seres viventes de Apocalipse 4.8 também proclamam a santidade e o poder de Deus, dizendo: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.”

Que verdadeiro arrependimento e temor de Deus tomem conta dos corações daqueles que ousam aproximar-se de Deus de maneira atrevida e arrogante! Ainda é tempo de voltarem atrás e de buscarem a Sua graça!

(Elsbeth Vetsch - http://www.chamada.com.br)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Música e louvor na Bíblia

por Pr. Eronildo Rodrigues

Texto Bíblico: SALMO 34.1 “Louvarei ao SENHOR em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca.”

O LOUVOR NA HISTÓRIA
O louvor a Deus está mencionado na bíblia desde os tempos mais remotos da humanidade, o primeiro ministro mencionado na Bíblia foi Jubal da descendência de Caim, pai de todos que tocam Harpa e órgão(Gn4:21) e em toda bíblia podemos ver a importância do louvor na vida do crente( Que Todo o ser louve ao Deus Eterno, e que eu não me esqueça de nenhuma das suas bênçãos! Sl 103:2).

Muitos foram os ministros que se destacaram na história pela sua dedicação e submissão a Cristo, um exemplo foi Daví, além de ser um exemplo de consagração, ele foi um grande músico, cantor e inclusive inventou vários instrumentos musicais, Miriã, que foi um marco...onde as mulheres também tiveram o seu lugar rendendo louvor e adoração ao Deus altíssimo, e em toda a bíblia podemos ver e presenciar exemplos vivos de adoradores consagrados à Deus e que até hoje nos dão um verdadeiro exemplo para sermos perfeitos ministros do louvor de Deus.

A música nasceu no reino dos céus, o homem recebeu a música como uma dádiva de Deus. Mas o homem, pra não perder o "costume", desobedeceu à Deus e começou a usar a música de maneira errada, começou a exaltar a mulher que amava, começou a exaltar a carne e hoje podemos ver como é que está a situação da música. Por isso não existe um estilo musical profano, pois pra começar a conversa, no inferno nem música não tem. Deus é o pai de tudo, ele criou tudo, inclusive a música em todos seus ritmos e estilos, a única coisa
de que o diabo inventou foi a mentira! Ele se usa da música para levar muitas pessoas para a perdição, pondo grupos e até no nosso meio se dizendo ser cristãos, mas seu único objetivo é nos tirar dos caminhos de Deus, não se iluda com uma banda só por que tocam bem e se dizem crentes, procure saber a origem e seu comportamento fora dos palcos , por isso ministro de música, tome cuidado com a música que você escolhe para por na sua igreja, pois, ela tem muito poder sobre a vida da pessoa.

1 - O QUE DEVEMOS EXPRESSAR A DEUS POR MEIO DO LOUVOR

Louvor é a resposta à grandeza de Deus. O louvor reconhece os atributos de Deus. O louvor louva a Deus por aquilo que Ele é. A verdadeira música de louvor deve falar das grandezas de Deus, de seus atributos, de sua santidade, de sua justiça, de seu poder, de sua misericórdia, de seu amor, de sua graça!

Ação de graças é a resposta à bondade de Deus. A ação de graças reconhece os feitos de Deus. A ação de graças engrandece a Deus por aquilo que Ele faz (Ap. 5:9,10).

O coração não regenerado não pode se comprazer com música espiritual. A Bíblia não diz que a música deve ser entoada para trazer alegria. A alegria é um pré-requisito para cantarmos: "...está alguém contente? Cante louvores." (Tg.5:13).

2 - O LOUVOR DEVE SER DIRIGIDO AO SENHOR

O louvor é uma oferta dirigida à Deus: "Apresentai-vos diante dele com cântico..." (Sl.100:2). "Apresentemo-nos ante a sua face com louvores, e celebremo-lo com salmos." (Sl.95:2). Não cantamos para o auditório, mas para o Senhor; a música não deve agradar ao auditório, mas ao Senhor.
O homem não pode louvar-se a si mesmo II Cor 10.12,18 veja o caso de Herodes. At 13.20-24. Só o Senhor é digno Ap 5. 12-14. Nunca queira para si, aquilo que só a Deus pertence Ap 7.9-12

3 - A MÚSICA TAMBÉM DEVE SER DIDÁTICA, DEVE ENSINAR.
Os crentes aprendem mais sobre doutrina nas músicas do que nos sermões. Por isso a música deve ser didática, para ensinar a doutrina. A música deve ser instrutiva. Através dela devemos aprender doutrina: "...ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao SENHOR..." (Cl.3:16).

4 - O MÚSICO DEVE SER ALGUÉM ESPIRITUAL.
Para produzir crescimento a música deve ser espiritual, isto é, deve enfatizar um tema espiritual. Não basta relatar a experiência de alguém, é preciso que ela esteja baseada num tema espiritual bíblico, isto é, baseada na palavra de Deus: "E Davi... separou para o ministério os filhos de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, para profetizarem com harpas, com címbalos, e com saltérios... Todos estes foram filhos de Hemã, o vidente do rei nas palavras de Deus, para exaltar o seu poder..." (1Cr.25:1,5).

O Músico deve ser uma pessoa espiritual, controlado pelo Espírito para apresentar a Deus "cânticos espirituais": "Louvar-te-ei com retidão de coração quando tiver aprendido os teus justos juízos." (Sl.119:7).
EXEMPLO:
  •  A santificação dos levitas e a glória de Deus II CRO 5.11-14
  • A expressão de exaltação no cântico de Davi Cântico de Davi (2Sm.22:1-51).
  • O que Jesus quis dizer aqui? (Mt 21.15,16).
E sempre a Bíblia deixou bem claro do poder que um louvor sincero pode ter em nossa vida, um dos maiores exemplos disso foi da vitória de Jeosafá sobre os filhos de Amom e de Moabe nas montanhas de Seir; quando ele pediu para que os cantores fossem louvando diante do exército e quando chagaram diante os seus inimigos viram o poder de Deus atravez do louvor. II Cro 20.21,22

6 - INSTRUMENTOS MUSICAIS NA BÍBLIA

SALTÉRIO - Instrumento de cordas para acompanhar a voz (Salmo 33.2; 144.9). Era uma espécie de alaúde, semelhante à viola, mas de forma triangular ou trapezoidal;

CÍMBALOS - Instrumentos de percussão formados por dois pratos;

ALAÚDE - Instrumento de corda, semelhante à viola. É a tradução da vulgar palavra hebraica nebel. Nebel é a maior parte das vezes traduzida pelo termo saltério. As cordas eram tocadas com os dedos (Isaías 5.12; 14.11; Amós 5.23; 6.5);

TAMBORINS - Pequenos tambores. Ainda hoje as mulheres do Oriente dançam ao som do tamborim. (ver: Êxodo 15.20; 2 Samuel 6.5; Jó 21.12);

HARPA - É o mais antigo instrumento musical que se conhece, existindo já antes do dilúvio (Gênesis 4.1).

Nas suas primitivas formas parece ter sido feita de osso e da concha de tartaruga. Que a harpa era um instrumento leve na sua construção, claramente se vê no fato de ter Davi dançado enquanto tocava, assim como também fizeram os levitas (1 Samuel 16.23; e 18.10).

GAITA DE FOLES - Daniel 3.5, 15

PÍFARO - Jó 21.12; Daniel 3.5

BUZINA - Jó 21.12; 30.31

TROMBETAS - Números 10.9,10; 2Cr 5.12; Isaías 27.13

CÍTARA - Daniel 3.5

PANDEIRO - 2 Samuel 6.5

TAMBOR - Gênesis 31.27; 1 Samuel 10.5

terça-feira, 7 de junho de 2011

Aquele cujo nome é sobre todo nome

Por Pr. Eronildo Rodrigues

Texto bíblico: Filipenses 2. 5-11
 
Jesus Cristo, ele tem todo poder e autoridade que e a este precioso Nome todo joelho se dobrará, nos três mundos:
  • de seres nos céus
  • de seres na terra
  • e dos seres debaixo da terra
  • e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.
1. O Prometido nas Professias:
 
a) A vinda dEle foi prometida desde a criação do mundo: Gn 3. 15 E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
 
b) Moisés anunciou aos israelitas a vinda desse profeta: Dt 18.15
 
c) Anos depois Davi falou sobre Ele em vários Salmos :
 
d) O Profeta Isaías um dos que mais falou sobre Ele: Is 9.6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.
 
e) Na plenitude dos tempos o anjo Gabriel anuncia sua chegada e diz a Jose:
Mt. 1. 20 E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo: 21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. 22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; 23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
 
Um ser supremo, infinito, ilimitado, assumiu uma vida terrena, para se manifestar a humanidade e morreu pela absolvição de nossos pecados.
 
  • O nome Jesus significa salvador, havia muitos meninos naquela época chamado de Jesus, mas ele era Jesus o Cristo. O Termo Cristo quer dizer ungido e o equivalente grego para Messias.
  • Jesus é o seu nome humano, Cristo (Messias) é o seu titulo oficial e Emanuel descreve quem Ele é “Deus conosco”. Era também Deus entre os homens.
2. Sua vida Terrena
 
a) Seu nascimento chamou atenção de sábios e Reis.
 
b) Foi desprezado por uns, perseguidos por outros.
 
c) Herodes tentou mata-lo obrigando seus pais fugirem para outro pais.
 
d) Mas ele voltou, foi apresentado no templo e Simeão o tomou em seus braços.
Lc 2. 27 E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei,
28 Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse:
29 Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra;
30 Pois já os meus olhos viram a tua salvação,
31 A qual tu preparaste perante a face de todos os povos;
32 Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel.
 
e) Jesus um exemplo para os jovens:
Cresceu de Maneira equilibrada (Lc 2.52) , sem negligenciar qualquer aspecto da vida e sua prioridade era fazer a vontade do Pai, aprendeu a trabalhar e foi obediente aos pais. Vivendo numa cidade simples. Na pobreza mas agradando ao Pai.
 
f) Foi tentado por Satanás e no deserto venceu nosso inimigo e nos ensinando o que é necessário para vencermos também. Lc 4
 
g) Chamou seus seguidores, pessoas comuns, mas que ele os transformou em servus.
Mc 1. 16 E, andando junto do mar da Galiléia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram [pescadores].
17 E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais [pescadores] de homens.
18 E, deixando logo as suas redes, o seguiram.
 
h) Ensinou o religioso Nicodemos que precisa salvo o homem precisa nascer de novo.
 
i) Evangelizou a samaritana adultera .
 
i) Curou leprosos, paralíticos, coxos, ressuscitou mortos.
 
j) Foi ungido pelo pai para fazer essa missão.
Lc 4. 18 O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração,
19 A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor.
 
k) As forças da natureza lhe obedeciam a sua voz porque ele era o criador de todas elas.
 
l) Trouxe alegria aos desesperados, ao cansado e abatido trouxe um novo ânimo, libertou vidas do poder das trevas.
 
3 – Sua Morte expiatória na Cruz
 
a) Morreu por nossos pecados I Pe 3. 18 Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;
 
b) O maior amor Jo 15. 13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
 
c) Purificar um povo Ti 2. 14 O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.
 
d) II Cor 5.15 E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
 
e) Ap 1.5 E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,
6 E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.
 
 
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