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sábado, 7 de janeiro de 2012

A Ceia do Senhor

    Comunhão com Deus e com nossos Irmãos

Quase todas as igrejas que proclamam seguir a Cristo observam a Ceia do Senhor. O pão e o fruto da videira são elementos comuns nas assembléias de adoração de vários grupos religiosos. Mas há diferenças no entendimento a respeito desta comemoração. Neste artigo, examinaremos o que a Bíblia ensina sobre a Ceia do Senhor para aprender como devemos participar dela hoje em dia.

A Primeira Ceia: O Exemplo de Jesus

Quatro textos registram os pormenores da primeira "Ceia do Senhor". Três destes relatos estão nos evangelhos (Mateus 26:26-29; Marcos 14:22-25 e Lucas 22:19-20) e o outro está em 1 Coríntios 11:23-26. Podemos aprender como Jesus e os apóstolos celebraram a ceia comparando estes relatos. Por favor, pare uns poucos minutos para ler cada uma destas quatro passagens, antes de continuar este estudo. Observe as minúcias:
 
O propósito: "Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19). A Ceia do Senhor é nossa oportunidade para lembrar o sacrifício que Jesus fez na cruz, pelo qual ele nos oferece a esperança da vida eterna: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha" (1 Coríntios 11:26). A Ceia do Senhor não pretende ser um memorial do nascimento, da vida ou da ressurreição de Cristo. É um momento especial no qual os cristãos refletem sobre o Salvador sofredor para serem lembrados do alto preço que ele pagou por nossos pecados. Precisamos manter este tema central do evangelho (1 Coríntios 2:1-2) em nossas mentes.
 
Os símbolos: Jesus usou dois símbolos para representar seu corpo e seu sangue. É claro que ele não ofereceu literalmente seu corpo (que ainda estava inteiro) nem seu sangue (que ainda estava correndo através de suas veias). Ele deu aos discípulos pão sem fermento para representar seu corpo e o fruto da videira (suco de uva) para representar o sangue que estava para ser derramado na cruz. Ele não deixou dúvida sobre a relação deste sacrifício com nossa salvação: "Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados" (Mateus 26:28).
A ordem: Quando comparamos estes quatro relatos, podemos também ver a ordem na qual a ceia foi observada. Jesus primeiro orou para agradecer a Deus pelo pão e então todos o partilharam. Ele orou de novo para agradecer ao Senhor pelo cálice, e todos beberam dele. Deste modo, ele chamou especial atenção para cada elemento da ceia.
 
A Ceia do Senhor na Igreja Primitiva
O livro de Atos e as cartas escritas às igrejas nos ajudam a aprender um pouco mais sobre a Ceia do Senhor. Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana para participarem da ceia (Atos 20:7). Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1 Coríntios 10:14-22). Era tomada quando toda a congregação se reunia, como um ato de fraternidade entre os irmãos (1 Coríntios 11:17-20). Cada cristão era obrigado a examinar-se para ter certeza de que estava participando da ceia de um modo digno (1 Coríntios 11:27-29).
 
Observações sobre a Ceia do Senhor
Ainda que o ensinamento da Bíblia sobre a Ceia do Senhor não seja complicado, muitas diferenças de entendimento apareceram depois do tempo do Novo Testamento. O único modo de sabermos que estamos seguindo o Senhor é estudar as instruções e imitar os exemplos que encontramos no Novo Testamento. Nunca estamos livres para ir além do que o Senhor revelou na Bíblia (veja Colossenses 3:17; 1 Coríntios 4:6 e 2 João 9). Consideremos o que a Bíblia diz em resposta a algumas questões sobre a Ceia do Senhor.
 
Quando devemos observar a Ceia do Senhor? Jesus mostrou aos seus discípulos como participar deste memorial, mas não especificou quando. Aprendemos quando os primeiros cristãos observaram a ceia pelo exemplo dos discípulos em Trôade: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão. . ." (Atos 20:7). Quando seguimos este exemplo e participamos da Ceia do Senhor todos os domingos, relembramos freqüentemente o sacrifício que Jesus fez por causa de nossos pecados. Quando meditamos sobre o Salvador sofredor no domingo, é mais fácil resistir a tentações durante o resto da semana. Quando entendemos o alto preço que Jesus pagou por nossos pecados, esforçamo-nos para evitar qualquer coisa que possa magoá-lo e tornar vão seu sacrifício (veja Hebreus 10:24-31).
 
Onde devemos participar da Ceia? A Ceia do Senhor é um ato de comunhão entre cada cristão e o Senhor, e é também um ato de comunhão entre cristãos. Em Atos 20:7, os discípulos se reuniam para partir o pão. 1 Coríntios 11:20-22 distingue entre a Ceia do Senhor, que era o propósito de sua reunião como uma congregação, e as refeições comuns, que eram tomadas nas casas de cristãos. Não encontramos nenhuma autoridade na Bíblia para participar da Ceia do Senhor a sós ou fora da assembléia da igreja.
 
Quem tem o direito de tomar a Ceia do Senhor? A Ceia do Senhor é um ato espiritual partilhado pelo Senhor com aqueles que estão em fraternidade com ele. Jesus não ofereceu o pão e o cálice a todos, mas aos seus discípulos (Mateus 26:26). Aqueles que estão servindo ao Diabo não têm o direito de partilhar desta refeição com o Senhor (1 Coríntios 10:16-22). João conta-nos que somos aptos a participar com Deus na comunhão espiritual somente se andarmos na luz do seu caminho: "Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:5-7). Somente aqueles que já foram batizados para a remissão dos pecados para entrar no corpo de Cristo devem participar da Ceia do Senhor (Atos 2:38; Gálatas 3:26-28).
 
O que significa participar "indignamente"? Cada um que participa da Ceia do Senhor deverá examinar-se para estar certo de que está participando de maneira correta, discernindo o verdadeiro significado do memorial. "Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim, coma do pão e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si" (1 Coríntios 11:27-29). A palavra "indignamente" é freqüentemente mal entendida. Ela não descreve a dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo). Esta palavra descreve o modo de participar. A pessoa que não leva a sério esta comemoração está brincando com o sacrifício de Cristo e está se condenando por não discernir o corpo de Cristo. Por esta razão, devemos ser muito cuidadosos cada vez que participarmos da Ceia do Senhor. É imperativo que esqueçamos as preocupações mundanas e prestemos atenção exclusivamente à morte de Cristo. Se tratarmos a Ceia do Senhor como um mero ritual, ou se a tomarmos levianamente e deixarmos de meditar no seu significado, condenamo-nos diante de Deus.
 
A Ceia do Senhor: Passado, Presente e Futuro
Os discípulos de Cristo são privilegiados ao participarem com ele todas as semanas da Ceia do Senhor. Deste modo, ligamos o passado, o presente e o futuro.
 
Passado: Olhamos para trás, para o sacrifício que Jesus fez na cruz. Entendemos isto como sendo o fundamento e o centro de nossa salvação.
 
Presente: Quando meditamos no terrível preço que Jesus pagou para nos redimir de nosso pecado, nossa decisão de resistir à tentação é fortalecida.
 
Futuro: Entendemos que a morte de Jesus é a base de nossa esperança, e assim proclamamos nossa fé nele quando olhamos em frente para a volta do Senhor e para nossa salvação eterna.
Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.
­por Dennis Allan
Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A Bíblia continua sendo o livro mais vendido da história

A lista com os livros mais vendidos da história colocam a Bíblia no primeiro lugar com quase 6.000.000.000 de cópias vendidas. Sendo também o livro que mais foi traduzido no mundo, tendo versão para diversos idiomas e dialetos.

A revista Christian Retailing Magazine fez uma lista com os 11 livros mais vendidos  mostrando a quantidade de exemplares que cada um deles conseguiu vender ao redor do mundo.

1º lugar – A Bíblia Sagrada com um total de 4.000.000.000 a 6.000.000.000 cópias vendidas.

2º lugar – Harry Potter, todos os sete livros da série venderam mais de  1.000.000.000 de cópias.

A história escrita por J.K. Rowling mostra as aventuras de jovem bruxo, Harry Potter, que conta com a ajuda de dois amigos para vencer o mal em um reino desconhecido para pessoas normais. Essa obra foi traduzida para mais de 64 línguas.

3º lugar – Livro Vermelho – Mao Tse-Tung. A primeira edição foi lançada em 1964, com 33 capítulos o livro contém as ideias socialistas que promoveram o presidente chinês Mao Tse-Tung. Foram vendidos mais de 1.000.000.000 cópias, sendo que as vendas foram impulcionadas por uma lei que obrigava a todos os membros do partico comunista a comprá-lo.

4º lugar – O Corão – O livro sagrado do Islã vendeu 800.000.000 cópias contendo as revelações do profeta Maomé e outros feitos da história sagrada para os muçulmanos. Alguns livros contém partes da Bíblia Sagrada e falam de personagens importantes para judeus e cristãos como Adão, Moisés e Abraão.

5º lugar – Peter Rabbit  – a série de contos infantis já alcançou a marca de 151.000.000 cópias vendidas. Trata-se de um conto sobre um coelho chamado Petter que fala, usa roupas, vive em uma casa e etc. Suas aventuras relatam situações cotidianas do pequeno coelho que tem como objetivo comer o maior número de cenouras e salvar seus amigos de um texugo.

6º lugar – O Senhor dos Anéis – A série toda já vendeu 110.000.000 exemplares. A história se passa na Idade Média e narra a travesia feita por Frodo e outros Hobbits que precisam destruir o anél de Sauron. Para isso eles passam por guerras, conflitos e lutas.

7º lugar – AS Crônicas de Nárnia – A série teve seu primeiro livro publicado em 1949 e desde então já vendeu mais de 110.000.000 e seus livros já foram transformados em três filmes que fizeram muito sucesso. A obra fala de um universo parelelo do mundo real, um mundo de fantasia onde existem criaturas místicas, animais que falam e magia.

8º lugar – American Spelling Book – livro escrito por Noah Webster em 1793, sendo uma das obras indispensável para as aulas de língua inglesa nas escolas. A obra também é útil para os concursos de soletrar que são  celebrados nos Estados Unidos. Foram 100.000.000 cópias vendidas.

9º lugar – O Livro dos Records – O Guiness Book traz os récordes mundiais mais relevantes tanto de humanos como da natureza. Editado desde 1955 o livro se atualiza a cada ano e já vendeu mais de 100.000.000 também.

10º lugar – Almanaque Mundial – The World Almanac and Book of Facts é um livro americano que recolhe informações a respeito de várias coisas, desde de esportes até tragédias, mudanças mundiais, curiosidades e etc. Desta obra foram vendidas 84.000.000 livros.

11º lugar – O Código Da Vinci, de autoria de Dan Brown o livro conta a história de uma misteriosa organização ligada ao Santo Graal e ao papel de Maria Madalena no cristianismo. Foram 80.000.000 cópias vendidas.


Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Casados, mas eternos namorados

Certa vez, ouvindo uma palestra sobre casamento, o preletor exemplificou o tema com a seguinte história: “Um casal há muito havia perdido o romantismo entre eles. Então, o marido, em uma atitude ousada, chegou em casa e disse à sua esposa: ‘Querida, amanhã trarei à nossa casa um convidado muito especial. Quero que você vista a sua melhor roupa. Quero, também, que deixe a nossa casa um brinco. E não se esqueça de preparar uma comida bem especial’. No dia seguinte, a mulher, apressadamente, arrumou toda a casa, deixando-a completamente limpa e cheirosa. Preparou uma comida bem saborosa. Logo depois se preparou, vestindo a sua melhor roupa. Enfim, ela estava linda!

No horário marcado, o marido chegou e tocou a campainha. Ela, com os olhos brilhando, foi logo abrir a porta para ver quem era o tal convidado. Porém, teve uma surpresa: do lado de fora estava somente o seu marido. Ela foi logo perguntando: ‘Onde está o tal convidado? Fiz tudo o que você pediu para nada? Ele não veio?’ O marido abaixou a cabeça e entristecido disse: ‘O convidado especial sou eu, meu bem! Ou não significo mais nada para você? Veja quanto tempo estamos casados e você nunca mais se arrumou assim para mim e nem mais preparou um prato especial para me esperar?’ Naquele instante, o silêncio pairou entre os dois e os olhares de um para outro diziam mais que palavras.”

Esta é uma história bem simples, porém significativa e nos deixa uma grande lição: o cuidado mútuo entre os cônjuges deve ser cultivado a cada dia. Quantos casais não sabem mais o que é namorar ou o que é sair de mãos dadas? Parece papo de pré-adolescentes apaixonados. Não, não mesmo. E se engana quem pensa assim, pois o romantismo não é privilégio restrito aos casais mais jovens, pois cada idade tem o seu esplendor e o coração jamais envelhece.

O romantismo é um dos pilares de sustentação do casamento, que, infelizmente, há muito vem sendo negligenciado. É triste dizer, mas o que mais vemos hoje são casamentos de “fachada”, aqueles que mostram uma felicidade aparente para a sociedade, entretanto, entre quatro paredes, o clima entre o casal é outro.

É interessante observar que no período de namoro é fácil colocar o romantismo em prática. Presentes pra lá e pra cá, elogios, bilhetinhos e cartas de amor, palavras de incentivo, demonstrações de carinho e afeto. No entanto, depois de casados, muitos casais parecem desaprender as diversas linguagens do amor. Começam as cobranças, as trocas de ofensas, as irritações constantes por causa de pouca coisa. O romantismo cede espaço para o desgaste do relacionamento. Com o tempo, marido e mulher perdem o desejo um pelo outro.

Assim como este marido da história teve a idéia de surpreender a sua esposa, fazendo-a refletir sobre o que estava acontecendo entre eles, da mesma forma precisamos ter força de vontade para investir no casamento. Há quanto tempo você não diz “Eu te amo” para o seu cônjuge? Talvez, nos últimos anos, você tenha se dedicado mais a outras coisas como trabalho, amizades, jogar bola, sair sempre sozinho e, principalmente, subtraindo o tempo que você teria para dialogar com seu cônjuge e filhos pelas infinitas horas em frente à TV. Um bom diálogo também faz parte do romantismo.

Em seu artigo “Nossa casa: lar ou pensão?”, da Revista Lar Cristão (Vol. 1, Nº 4), Willian Féres, que além de médico endocrinologista atua, com sua esposa, Rute Nery Féres, na área de casais, fala da comunicação entre os cônjuges: “Um bom parâmetro para saber como está a comunicação, é verificar se você pode chamar sua esposa e filhos de amigos”. Nesse caso, o autor se referiu aos maridos. Porém, a frase também serve para as esposas.

Não importa o mau tempo e nem o passar dos anos. Em Deus tudo se renova. O romantismo independe de uma data especial para ser colocado em prática. Por isso, transforme o seu “Dia do Nada” em uma data para lá de especial. Curta o seu cônjuge. Os resultados serão surpreendentes. Experimente!

Ana Paula Costa
redacao@lagoinha.com

Fonte; sexocristao.com

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Algumas Razões Bíblicas Porque o Crente Não Perde a Salvação

Existe um ensino segundo o qual o crente não está salvo eternamente, ou seja, precisa se esforçar, lutar contra o pecado para não perder a salvação e, assim chegar ao céu. A Bíblia, porém, ensina que há uma salvação agora e eterna: “Em verdade, em verdade vos digo: Quem crê, tem a vida eterna... eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre.” (Jo 6:47,51). Baseado em tão grande promessa, o crente já está salvo e eternamente. Do contrário, as palavras de Jesus, acima citadas, ficariam sem sentido. Sendo assim, o verdadeiro salvo jamais pecará ao ponto de desviar-se do Senhor, mas sempre se arrependerá, e jamais viverá na prática voluntária do pecado (ver I João 3:9). O crente genuíno é ovelha de Jesus, o bom Pastor (Jo 10:4-5). Por isso, uma vez salvo, salvo para sempre, e para ser santo, não para viver pecando.(I Co 1:2). Por isso, a salvação eterna não é pretexto para vivermos no pecado, como falsamente afirmam os defensores da perda da salvação. Dizem estes:

“Se o crente não perder a salvação, então, pode pecar a vontade”. Para estes a Bíblia dá a resposta: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça aumente? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? “ (Rm 6:12). Sim, o crente está na graça de Deus para sempre, mas não por causa disso vive no pecado, pois para o mesmo morreu (Rm 6:6-7). Agora pergunto aos defensores da perda da salvação: “Como é então, que um verdadeiro crente pode voltar ao pecado, se o mesmo não o domina? A Bíblia é clara ao afirmar que o verdadeiro salvo não pode ser dominado (Rm 6:14). Por isso, não peca habitualmente.”. Àqueles que se dizem crentes e de repente perceberam-se dominados pelo pecado, na verdade, nunca foram ovelhas de Jesus, mas falsa ovelha, ou melhor, porca lavada. Deste modo sobreveio-lhes o que diz este provérbio verdadeiro: volta o cão ao seu vômito, e a porca lavada volta a revolver-se no lamaçal (II Pe 2:22).

Vejamos mais provas de que o verdadeiro crente não pode perder a salvação:

*Primeiro – É promessa de Jesus segurar o crente até o fim. “Eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará das minhas mãos” (Jo 10:28), “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25);

*Segundo – É o próprio Deus quem diz que o crente não se desvia dele: “E farei com eles (crentes) um pacto eterno de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim” (Jr 32:40), “Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Cl 3:3);

*Terceiro – O crente não pode ser tragado pelo diabo e perder-se. É também promessa de Deus sermos guardados do diabo até o fim: “Mas fiel é o Senhor, o qual vos confirmará e guardará do maligno” (II Ts 3:3), “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca” (I Jo 5:18), “E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!” (II Tm 4:18);

*Quarto – O crente não perde a salvação, porque jamais sairá de Cristo, e Cristo jamais sairá do crente, pois o crente é um com o Senhor: “Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito” (I Co 6:17); “E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja” (Jo 17:26);

*Quinto – O crente não perde a salvação porque os dons de Deus são irrevogáveis, isto é, para sempre: “Porque os dons e a vocação de Deus são sem irretratáveis.” (Rm 11:29), “Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades”. (Hb 10:16-17);

Nos diz a Bíblia que fomos comprados por um alto preço (I Pe 1:18-19), por isso, não somos de nós mesmos (I Co 6:19-20), somos propriedade de Deus.

Agora pense: “Como pode perder-se alguém, cujo o proprietário é o Todo-poderoso?” Se você crer na perda da salvação, desculpe-me, mas para esta pergunta só lhe resta o silêncio como resposta. Ou então, crer!

No amor do nosso eterno Salvador

Henrique Ventura

Fonte: jornaltochadaverdade.blogspot.com
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