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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Idoso, mas feliz

A velhice é um dos períodos mais difíceis da vida. Além de uma maior vulnerabilidade às doenças e de ter de depender mais de outras pessoas, muitos idosos sofrem com a solidão e com o senso de inutilidade. Não são poucos os velhos abandonados num asilo por seus próprios filhos.

Hoje em dia existe uma conscientização social maior quanto aos que alcançaram a terceira idade. Existem programas e projetos de atividades envolvendo idosos, com o objetivo de vencer a solidão e a ociosidade. Mas por melhor que sejam, nem sempre conseguem trazer alguma felicidade a quem já viveu muito.

A Bíblia nos traz vários exemplos de pessoas que chegaram a uma idade avançada e que morreram felizes e realizadas. Uma delas é o patriarca Abraão. Lemos no livro de Gênesis que Abraão "morreu em ditosa velhice, avançado em anos" (Gênesis 25.8).

Uma velhice "ditosa" quer dizer uma velhice feliz, satisfeita, venturosa, afortunada. Quando lemos o que a Bíblia diz sobre a vida de Abraão fica fácil descobrir o segredo de sua felicidade. Há pelo menos 3 coisas que contribuíram para ela:

Abraão foi um homem de FÉ toda a sua vida

Desde o dia em que Deus o chamou para sair de sua terra e ir peregrinar em uma terra distante, Abraão aprendeu a confiar em Deus e a depender das Suas promessas.

Não é em vão que Abraão ficou conhecido como o pai da fé e "amigo de Deus" (Tiago 2.23; Hebreus 11.8-19). Quando uma pessoa aprende cedo na vida a confiar em Deus e a depender dele, terá melhores condições de enfrentar as incertezas e sofrimentos da velhice, como Abraão.
Abraão foi um homem OBEDIENTE a Deus toda a sua vida

Fé e obediência andam juntas. Abraão cria em Deus e portanto, obedeceu-o. A maior demonstração que deu disso foi quando se dispôs a sacrificar seu próprio filho Isaque por determinação de Deus (Gênesis 22.1-14).

Se aprendemos desde cedo na vida a obedecer a Deus incondicionalmente, quando atingirmos a velhice teremos uma consciência tranqüila de que Deus, a quem procuramos servir durante nossa vida, jamais nos desamparará.

Abraão ANDOU COM DEUS toda a sua vida
Através dos anos, ele desenvolveu um relacionamento pessoal e significativo com Deus. Deus fazia parte integrante da sua vida. Diariamente Abraão orava, falava com Deus, procurava ouvir e entender Sua vontade e segui-la. Abraão compartilhava continuamente com Deus as alegrias e dificuldades.

Basta ler a história de sua vida para ver como isso é verdade. Não pensem que Abraão foi um privilegiado que diariamente tinha uma visão onde Deus lhe aparecia e falava diretamente com ele. As visões que Abraão teve foram poucas e muito espaçadas entre si, as vezes por anos a fio. Abraão aprendeu a andar com Deus pela fé.

Quando ficou velho, já havia andado o suficiente com Deus para saber que o Senhor estava ali, ao seu lado. Que conforto extraordinário nos momentos de solidão!
O Salmo 71 é a oração de um velho, pedindo a Deus que o socorresse e auxiliasse nos dias de sua velhice. Não sabemos quem a escreveu, provavelmente foi o rei Davi. Nela, o autor revela profundo conhecimento de Deus e certeza de que Ele haverá de atender a seu pedido. Um dia todos seremos velhos.

Passaremos pelo mesmo vale de lágrimas que muitos passam nesse momento. Quem confiou em Deus e andou com Ele durante a sua vida poderá ter uma ditosa velhice, frutífera e cheia de sentido. Comecemos hoje!

Autor:  Por: Rev. Augustus Nicodemus Lopes
Site: Click família

sábado, 7 de abril de 2012

Cristo é a nossa Páscoa

A culpa não é dos coelhinhos. Nem dos fabricantes dos ovos de chocolate. O fato é que a festa, que tomou conta da cristandade ocidental, não tem nada do cristianismo bíblico. Caso entrevistássemos o Senhor sobre a descaracterização da Páscoa, certamente Ele repetiria, com muita tristeza, que “os filhos das trevas são mais sábios do que os filhos da luz”. Os “filhos das trevas” descobriram que o chocolate,
por ser muito gostoso, tem um enorme potencial de viciar as pessoas. Que o digam os “chocólatras”.

De modo que, com uma certa pitada de marketing desonesto, conseguiram transformar um evento histórico de transformação e libertação em uma festinha infantilizada, na qual coelhos botam ovos e todos se empanturram do fruto do cacaueiro. A missão dos anticristos é sempre a mesma. Andam à cata dos melhores símbolos do Reino de Deus, fingem que os respeitam e, depois, sem nenhuma dignidade ou escrúpulo, os paganizam. O símbolo bíblico da Páscoa é o cordeiro. O “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. O significado real, histórico, da Páscoa é restauração. É a resposta do homem, diante

do convite de Deus. É a confirmação do projeto divino de criar “filhos de Deus”, através do Filho Unigênito. Páscoa é a imanência da transcendência. A coisa é muito simples: se honrarmos o papel histórico do Cordeiro de Deus, então não haverá nenhum mal no degustar os deliciosos ovinhos de chocolate, nem será traição o brincarmos com aqueles simpáticos coelhinhos por ser muito gostoso, tem um enorme potencial de viciar as pessoas. Que o digam os “chocólatras”.

De modo que, com uma certa pitada de marketing desonesto, conseguiram transformar um evento histórico de transformação e libertação em uma festinha infantilizada, na qual coelhos botam ovos e todos se empanturram do fruto do cacaueiro. A missão dos anticristos é sempre a mesma. Andam à cata dos melhores símbolos do Reino de Deus, fingem que os respeitam e, depois, sem nenhuma dignidade ou escrúpulo, os paganizam. O símbolo bíblico da Páscoa é o cordeiro. O “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. O significado real, histórico, da Páscoa é restauração. É a resposta do homem, diante
do convite de Deus. É a confirmação do projeto divino de criar “filhos de Deus”, através do Filho Unigênito. Páscoa é a imanência da transcendência. A coisa é muito simples: se honrarmos o papel histórico do Cordeiro de Deus, então não haverá nenhum mal no degustar os deliciosos ovinhos de chocolate, nem será traição o brincarmos com aqueles simpáticos coelhinhos de pelúcia.

Fonte: Edição do dia 08/04/12 do Jornal Batista Online
Gotas Bíblicas na Atualidade
Autor: Olavo Feijó (Pastor, professor de Psicologia).

segunda-feira, 19 de março de 2012

O jejum: Afinal, qual a sua função? Para que serve?

Em Gênesis 3, quando Adão e Eva pecaram, ficou claro que eles pecaram por fazer algo que lhes era proibido. A partir daí, sempre a humanidade se distanciou de Deus porque, a cada dia, mais e mais se praticava aquilo que era proibido.

Passado alguns séculos, graças à misericórdia divina, algumas pessoas, no caso os israelitas, começaram a propor algo inovador: Assim como o homem se distanciou de Deus é possível ao mesmo se aproximar de Deus pela própria vontade de estar com Ele. Surge então o jejum. Mas o que é isso? Qual a finalidade? Se Adão e Eva pecaram por fazer algo que lhes era proibido, ou seja, pecaram por comer algo que não era permitido fazendo-os se distanciarem de Deus, agora o ser humano deixa de comer algo que lhe é permitido para se aproximar de Deus. O jejum é uma troca de valores.

A prática do jejum é algo notório até aos dias de hoje. Mas infelizmente sua compreensão se tornou mesquinha e vulgar. É aí que entra a segunda pergunta feita acima: Qual a sua finalidade? Vejamos alguns pontos abaixo que melhor explicam isso:

O jejum não serve de barganha com Deus: Deus não é um ser de trocas. Aliás, Ele nem precisa disso. Não é porque você faz que Ele verá mérito nisso e lhe recompensará. Deus não dá por troca; dá por graça. Hoje em dia o que se vê são muitos jejuns com o intuito de se alcançar um alvo, ou para que Deus mude uma situação, ou para que uma resposta seja dada. Não que isso não aconteça, mas não é por troca. O jejum muda, mas não é Deus e sim você. Mas o que é jejum?

O jejum não é para aparecer: Muitos jejuam por prática; por mero calendário. Jejum não é marcado na folhinha de calendário. É algo espontâneo. "Deu vontade? Vai lá e faz". E se é marcado no calendário cuidado para que não vire liturgia, rotina, rito, mero afazer do cotidiano. O jejum é a busca por Deus e Sua ação transformadora. É negar-se e buscar algo diferente, algo que melhore a forma de ser. Logo, jejuar é se achegar a Deus de forma voluntária e humilde. É propor uma troca: O egoísmo pelo teocentrismo. Mas o que é jejum?

O jejum não tem poder: Muitos jejuam para expulsar demônios (não que não deva jejuar para isso), para terem poderes divinos, para serem mais santos, para terem uma auréola na cabeça, etc. Jejum não é para isso. Quando se jejua o que acontece é uma aproximação do jejuante a Deus. Nessa aproximação, aquele que jejua, se transforma, uma vez que ele nega suas vontades para receber as de Deus. Assim, fica mais fácil entender a passagem "Essa casta só é expulsa por jejuns e orações" (Mt 17.21). Não é o jejum que expulsa, mas o aproximar a Deus e receber Dele novas instruções de fé que transformam não só o jejuante como também o seu redor. A casta não era expulsa não por falta de poder, mas por falta de instruções divinas e por falta de maior intimidade com a situação do endemoniado. O jejum transforma a pessoa deixando-o mais próximo de Deus. É isso que expulsa a casta: Deus. Mas o que é jejum?

O jejum não é apenas deixar de fazer algo que é permitido: É mais que isso. É, além disso, orar para que tal atitude tenha efeito. Todas as vezes em que se jejua de nada vale o referido ato se não houver os momentos de orações. Um exemplo simples é: Quando se fizer jejum de uma fruta da qual se gosta muito, sempre que vier a vontade de comê-la você se lembrará que está fazendo jejum e, concomitantemente, deve vir a oração dirigida a Deus como substituição do ato de comer o fruto desejado. Logo, o jejum serve de lembrete da necessidade de oração.

Mas, afinal, o que é jejum e para que serve?

De forma sintética e objetiva, jejum é o ato voluntário de um homem ou mulher que evita comer, usar ou usufruir de algo que lhe é permitido para simplesmente se achegar a Deus, de forma humilde, buscando transformação própria e evitando o pecado, para que novos objetivos de vida sejam introduzidos na mesma alimentando-a.

Sendo assim o jejum não muda Deus, pois este é imutável. O jejum muda o próprio jejuante quando este percebe seu desvio e volta para o caminho melhor. Não trás poder porque o poder é somente de Deus. As transformações poderosas estão na vida do jejuante pelo fato de este compreender melhor o caminho que se deve seguir. Jejum não dá poder, o leva para o Poderoso. Jejum não é ritual mas entrega voluntária de efetiva busca de transformação. E acima de tudo, jejum é a busca por Deus e tão somente por Ele deve ser a busca.
 
Por Carlos Chagas
 
Fonte: cristaoshoje.blogspot.com.br

quarta-feira, 7 de março de 2012

Orgulho é igual a queda

O orgulho sufoca, destrói, mata, derruba, etc. É um pecado mencionado com bastante freqüência nas Escrituras e todas as suas menções indicam que Deus o odeia. Deus realmente abomina o sentimento de orgulho! Toda criatura que cai nesta perigosa cilada enfrenta o Deus todo poderoso sem o menor temor. Isto porque o orgulho cega o entendimento. Ele faz seus escravos pensarem que podem tomar o lugar do Onipotente Deus ou que podem ser uma criatura superior às outras. Mas isto é engano, um caminho que leva tudo à destruição.

O primeiro pecado mencionado na Bíblia é o orgulho. Satanás queria ser como Deus, queria destroná-lo. Assim nasceu a primeira contenda no céu. Um terço dos anjos foram seduzidos. Acreditaram nas promessas do suposto futuro “senhor” de tudo. Se encheram de orgulho influenciados por Satanás. A propósito, aqueles que pensam que o sentimento de orgulho não traz contenda e desordem, estão completamente errados. O orgulho causa confusão, contenda, mágoa, brigas, discussões, divisões, etc. Além disso, o cristão quando é orgulhoso envergonha o nome de Cristo, pois isto contraria tudo o que o Mestre ensinou e viveu.

Dentro do Ministério Musical o pecado do orgulho pode ser facilmente detectado. Preste atenção:

» Quando não aceitamos exortação de nossos pastores, líderes e até mesmo de nossos companheiros de ministério » Quando sempre achamos que estamos certos » Quando não damos ouvido às outras pessoas » Quando achamos que somos melhores do que alguém » Quando achamos que somos dignos de receber alguma glória e louvor » Quando achamos que a obra que executamos está tendo sucesso pela nossa capacidade » Quando achamos que o nosso estilo musical é o mais correto perante Deus » Quando humilhamos, subestimamos ou não valorizamos aqueles que estão iniciando no ministério

Talvez esta seja a razão da escassez de verdadeiros adoradores dentro do povo chamado cristão. Esta triste armadilha têm cegado a muitos, tornando-os joio, ao invés de trigo. Aqueles que desejam trilhar a árdua jornada da verdadeira adoração deverão riscar de sua vida tudo aquilo que foi dito anteriormente. O verdadeiro adorador não deixa ser tomado pelo orgulho, mas permanece humilde pelo temor que tem de Deus. O verdadeiro adorador sabe que Deus não reparte sua glória com ninguém! Jesus, além de ser o nosso Salvador, foi o maior Mestre que pisou na face da terra. Suas maiores lições sempre tinham a ver com humildade. Ele sabia que a falta de humildade causava destruição, ruínas, separação, tristeza, e o pior de tudo, entristecia a Deus. Foram de Jesus as palavras:

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Mateus 5.5) Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. (Mateus 5.11) Portanto, quem se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. (Mateus5.18)

Jesus não só ensinou sobre a humildade, mas sua vida refletia isto em cada atitude. Dia a dia ele mostrava que o orgulho não fazia parte do seu caráter. Não foi o Rei Jesus quem lavou os pés dos discípulos na noite da Ceia? É importante ressaltar que nenhum dos 12 homens merecia isto. Outra prova de humildade foi a sua terrível morte na cruz. Na época de Jesus, a morte de cruz era um dos piores e mais humilhantes tipos de morte existente. Na polida sociedade romana até a sua menção era proibida. Você consegue imaginar o rei da glória, o filho de Deus se submetendo aos soldados romanos, apanhando, levando chutes, socos, chicotadas e tendo sua cabeça furada por uma coroa de espinhos? É difícil compreendermos isto, mas entendemos que foi uma das grandes, senão a maior prova de humildade de Jesus.

Querido irmão, faça o possível para viver uma vida de humildade, refletindo este ensinamento de Cristo em cada atitude, palavra e até pensamento. Lembre-se sempre: sem humildade, não há verdadeira adoração. Por isso, dedique um bom tempo de sua oração pedindo a Deus um caráter livre do orgulho, derrame-se aos pés do Pai e peça para Ele te curar de qualquer tipo de soberba e espere os desafios que aparecerão a você, porque, certamente o seu coração será posto à prova em muitas ocasiões. Até a próxima,

Autor: Ramon Tessmann

Fonte:www.vidanovamusic.com
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