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sábado, 20 de setembro de 2014

HÁ PERDÃO E RESTAURAÇÃO DE DEUS PRA VOCÊ.

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." 1 João 1:9
Precisamos ter uma visão dagraça perdoadora de Deus (Is 6.6,7). Não há perdão onde não há confissão. Hoje pregamos a fé sem o arrependimento, a salvação sem a conversão. Deus é Deus de perdão. Você pode ser transformado hoje. Seu vocabulário pode mudar. Seu coração pode mudar. Uma fonte de vida pode brotar do seu interior. Você pode ter uma mente pura, um coração puro, um namoro puro, um casamento santo.
 
A mulher samaritana recebeu uma nova vida; Zaqueu achou paz para o seu coração; a mulher pecadora foi perdoada; Bartimeu teve seus olhos abertos; o leproso foi purificado; o ladrão foi recebido no paraíso. Cristo pode agora mesmo libertá-lo também. Pode perdoar o seu pecado e fazer de você uma nova criatura.
 
Extraído do livro: COM JESUS NA ESCOLA DA VIDA
Hernandes Dias Lopes.

sábado, 7 de junho de 2014

SEGUNDO DOMINGO DE JUNHO, DIA DO PASTOR.

Li recentemente um livro do pastor Hernandes Dias Lopes "De pastor a pastor", me trouxe muita edifcação, nessa data importante na vida dos pastores, recomendo a leitura desse livro e vou postar aqui um tópico que  considero muito importante e muito edificante.


O PASTOR E SUA VIDA DE ORAÇÃO.

 
O pastor deve ser primariamente um homem de oração e jejum. O relacionamento do pastor com Deus é a insígnia e a credencial do seu ministério público. “Os pregadores que prevalecem com Deus na vida pessoal de oração são os mais eficazes em seus púlpitos quando falam aos homens”.

 A oração precisa ser prioridade tanto na vida do pastor como na agenda da igreja. Mede-se a profundidade de um ministério não pelo sucesso diante dos homens, mas pela intimidade com Deus. Mede-se a grandeza de uma igreja não pela beleza de seu edifício ou pela pujança de seu orçamento, mas pelo seu poder espiritual através da oração.

 Infelizmente, muitos pastores e igrejas abandonaram o alto privilégio de uma vida abundante de oração. Hoje nós gastamos mais tempo com reuniões de planejamento do que em reuniões de oração. Dependemos mais dos recursos dos homens do que dos recursos de Deus. Confiamos mais no preparo humano do que na capacitação divina. 

 Consequentemente, temos visto pastores eruditos no púlpito, mas ouvimos uma imensidão de mensagens fracas. Muitos pastores pregam sermões eruditos, mas sem o poder do Espírito Santo. Eles têm luz em sua mente, mas não têm fogo no coração. Têm erudição, mas não têm poder. Têm fome por livros, mas não fome de Deus.  Amam o conhecimento, mas não buscam a intimidade com Deus. Pregam para a mente, mas não para o coração. Têm uma boa atuação diante dos homens, mas não diante de Deus. Gastam muito tempo preparando seus sermões, mas não preparando seu coração. A confiança deles está firmada na sabedoria humana, e não no poder de Deus.

 Homens secos pregam sermões secos, e sermões secos não produzem vida. E. M. Bounds afirma que "homens mortos pregam sermões mortos, e sermões mortos matam". Sem oração não existe pregação poderosa. Charles Spurgeon diz: "Todas as nossas bibliotecas e estudos são mero vazio comparadas com a nossa sala de oração. “Crescemos, lutamos e prevalecemos na oração privada”. Arturo Azurdia cita Edward Payson, afirmando que" é no lugar secreto de oração que a batalha é perdida ou ganha". A oração tem uma importância transcendente, porque é o mais poderoso instrumento para promover a palavra de Deus.

 É mais importante ensinar um estudante a orar do que a pregar Se desejamos ver a manifestação do poder de Deus, se desejamos ver vidas sendo transformadas, se desejamos ver um saudável crescimento da igreja, devemos, portanto, orar regular,

privativa, sincera e poderosamente. O profeta Isaías diz que a nossa oração deve ser perseverante, expectante, confiante, ininterrupta, importuna e vitoriosa (Is 62.6,7). O inferno treme quando uma igreja se dobra diante do Senhor Todo-poderoso para orar.

A oração move a mão onipotente de Deus. "Quando trabalhamos, trabalhamos; mas quando oramos, Deus trabalha." A oração não é o oposto de trabalho; ela não paralisa a atividade. Em vez a oração é em si mesma o maior trabalho; ela trabalha poderosamente. Ela deságua em atividade, estimula o desejo e esforço.

 A oração não é um ópio, mas um tônico; não é um calmante para o sono, mas o despertamento para uma nova ação. Um homem preguiçoso não ora e não pode orar, porque a oração demanda energia. O apóstolo Paulo considera oração como uma luta, e uma luta agônica (Rm 15. 30). Para Jacó, a oração foi uma luta com Senhor.  A mulher siro-fenícia lutou com o Senhor através da oração até que saiu vitoriosa.

 Muitos pregadores crêem na eficácia da oração, mas poucos pregadores oram. Muitos ministros pregam sobre a necessidade da oração, mas poucos ministros oram. Eles lêem muitos livros sobre oração, mas não oram. Eles têm bons postulados teológicos sobre oração, mas não têm fome de Deus. Em muitas igrejas as reuniões de oração estão agonizando. As pessoas estão muito ocupadas para orar. Elas têm tempo para viajar, trabalhar, ler, descansar, ver televisão, falar sobre política, esportes e teologia, mas não gastam tempo orando. Conseqüentemente, temos, às vezes, gigantes do conhecimento no púlpito, mas pigmeus no lugar secreto de oração. Tais pregadores conhecem muito a respeito de Deus, mas conhecem muito pouco a Deus.

 Pregação sem oração não provoca impacto. Sermão sem oração é sermão morto. Não estaremos preparados para pregar enquanto não orarmos. Realizar a obra de Deus sem oração é presunção. Novos métodos, planos e organizações para levar a igreja ao crescimento saudável sem oração não são métodos de Deus.  "A igreja está buscando melhores métodos; Deus está buscando melhores homens."

 E. M. Bounds corretamente comenta: o que a igreja precisa hoje não é de mais ou melhores mecanismos, nem de nova organização ou mais e novos métodos. A igreja precisa de homens a quem o Espírito Santo possa usar, homens de oração, homens poderosos em oração. O Espírito Santo não flui através de métodos, mas através de homens. Ele não vem sobre mecanismos, mas sobre homens. Ele não unge planos, mas homens, e homens de oração!

 A pregação poderosa requer oração. A pregação ungida e o crescimento da igreja requerem oração. David Eby ainda exorta: Pastor, você deve orar. Orar muito. Orar intensa e seriamente. Orar zelosa e entusiasticamente. Orar com propósito e com

determinação. Orar pelo ministério da palavra em meio a seu rebanho e em sua comunidade. Orar pela sua própria pregação.

Mobilize e recrute seu povo para orar por sua pregação. Pregação poderosa não acontecerá à parte da sua própria oração. Oração freqüente, objetiva, intensa e abundante é requerida. A pregação torna-se poderosa quando um povo fraco ora humildemente. Esta é a grande mensagem do livro de Atos. O tipo de pregação que produz o crescimento da igreja vem pela oração. Pastor, dedique- se à oração. Continue em oração. Persista em oração por amor da glória de Deus no crescimento da igreja.

 A oração é a chave que abre todos os tesouros da infinita graça e poder de Deus.
 
Fonte: LIVRO DE PASTOR A PASTOR
Autor: HERNANDES DIAS LOPES
Páginas: 71 a 75.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Confissão e Arrependimento

“Lava- me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51.2)

A oração de confissão e arrependimento é muito importante para que tenhamos paz e saúde espiritual. É uma tarefa diária e rotineira, assim como limpamos diariamente a nossa casa, o nosso ambiente de trabalho… É como um banho diário e vestir roupas limpas. Não há nada mais gostoso do que dormir com o corpo limpo, numa cama limpa, e estar vestido com roupas com o suave perfume de limpeza. Na vida espiritual também é assim. Precisamos dormir, ou melhor, descansar o coração no aconchego do perdão do Senhor, do perdão do próximo a quem possamos ter ofendido, e que o Espírito Santo nos leve a pedir perdão e reconciliação.
 
pouca féNunca durma com o mau cheiro do pecado em seu coração, nem com a intenção de maldade no seu interior, “Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente, isso acabará mal” (Sl 37.8). O Senhor disse a Caim: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gn 4.7).
 
Jesus nos ensinou a orar dizendo: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!” (Mt 6.12-13).
 
Faça agora esta oração de “limpeza interior”. Peça perdão por seus pecados, confesse-os e abandone-os. Perdoe a quem possa tê-lo ofendidoou maltratado. E peça ao Senhor força, graça e coragem para não cair quando for tentado.
 
Vá! Ore agora! Ele está lhe esperando para derramar sobre você o bom perfume do seu perdão e o doce frescor da presença de Seu Espírito Santo, em seu coração.
 
Autora: Pra. Ângela Valadão Cintra
Fonte: lagoinha.com

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

NO DESERTO COM DEUS

 
Nestes dias de confusão e extrema pressa, nos encontramos cara a cara com um perigo terrível: falta de tempo a sós com Deus. O mundo nestes últimos dias está correndo rápido. Vivemos no que se chama “a era do progresso”, e “você sabe, necessitamos estar em dia”, assim diz o mundo. Mas, este espírito do mundo não se confinou somente ao mundo. Lamentavelmente se encontra entre os santos de Deus. E qual é o resultado? O resultado é: não há tempo para estar a sós com Deus, e isto é seguido imediatamente por una falta do desejo de estar com Ele. E depois disto? Certamente a pergunta não necessita de uma resposta. Pode existir uma condição mais deplorável que a de um filho de Deus que não tem o desejo de estar a sós com seu Pai?
 
 Esta “vida de solidão”, como podemos chamá-la, é de uma importância que não se pode avaliar. E, como que com uma trombeta, queremos divulgá-la aos ouvidos de nossos irmãos. Permita-nos voltar as páginas do próprio Livro de Deus, pois não podemos ir a outro lugar, caso buscamos luz sobre este ou qualquer outro assunto. Ao pesquisar em suas preciosas páginas, encontramos que os homens de Deus (os fortes homens de Deus) foram aqueles que tem estado na “escola de Deus”, como esta tem sido bem chamada e sua escola era simplesmente isto: “no deserto a sós com Ele mesmo”. Era ali onde eles obtinham o seu ensino, onde eles eram equipados para a batalha. E quando veio o tempo para se levantar no serviço público a favor de Deus, seus rostos não foram envergonhados e de modo algum, eles tinham rostos como que de leões. Eles foram valentes e intrépidos, sim, vitoriosos para Deus, porque a batalha já havia sido ganha no deserto com Ele.
 Hoje em dia, quantos filhos de Deus, queridos por Ele são levados pelo “espírito do mundo”? E quantos cristãos auto-suficientes são empurrados para o serviço de Deus, ou empurram a si próprios, sem este aprendizado (esta disciplina do deserto)? Eles tomam um terrível “atalho” até a frente de batalha, porque aquele “atalho” cortou por completo “a escola de Deus”.
 Quão diferente do que encontram nossos olhos nas páginas do Livro de nosso Pai. Encontramos a Abraão em doce comunhão com seu Deus, enquanto seu sobrinho mundano está correndo com o espírito da época, na ímpia Sodoma. Se procurarmos por José, o encontraremos pelo menos dois anos completos na escola de Deus (sendo que esta era a prisão do Egito) antes que ele se levantasse para instruir com sabedoria aos seus anciãos (Salmos 105:22), e “para conservar muita gente com vida” (Gênesis 50:20). Se procurarmos por Moisés, o encontraremos na escola de Deus atrás do deserto (Êxodo 3:1) e então, mas não antes, ele apareceu publicamente como libertador do povo de Deus. Se procurarmos por Davi, a solidão para ele, foi a escola de Deus. Ali ele matou o leão e o urso (1ª Samuel 17:34-36), quando nenhum olho humano estava próximo. Ele obteve a vitória somente com Deus. Recém saído da escola de Deus, ele se colocou diante dos milhares de Israel e enquanto todo Israel seguia a Saul, ele, homem do povo, “temendo”, havia um ali que não temia; e esse era aquele que havia estado na escola de Deus na solidão, a sós com Ele mesmo. Sem dúvida, seria maravilhoso então que o Senhor produzisse uma grande vitória em Israel naquele dia! Mas, por que multiplicar exemplos do Livro de Deus?
Poderíamos contar como Elias se escondeu junto a um ribeiro, que estava mais tempo a sós com seu Deus que andando nos lugares de testemunho público e que encontrou na solidão de Querite (1º Reis 17:9) uma disciplina necessária antes de que entregasse a mensagem de Deus. Poderíamos falar de Paulo, cuja viagem a Arábia parece ter sido não para outro propósito que o de estar na escola de Deus no deserto (Gálatas 1:17).
 Mas destes exemplos que já trouxemos à atenção, nada pode ser mais claro do que isto: que se você ou eu vamos ser de alguma maneira usados por Deus aqui embaixo (se o glorificarmos sobre a terra) precisamos ter tempo para estar a sós com Ele. Se nós “não temos tempo”, devemos fazê-lo. Seja quem for ou o que for, poderá ser colocado de lado, mas, Deus não deverá sê-lo. Nós devemos ter tempo (cada um de nós, “dotado” ou “não dotado”) devemos ter tempo para estar a sós com Deus. É no quarto fechado que os leões e os ursos devem ser mortos. Mas, o Senhor torna claras todas aquelas coisas para nós, estando no deserto a sós com Ele mesmo. Somente então faremos verdadeiramente a obra de Deus (e a faremos a maneira de Deus), somente assim faremos as muitas coisas que Deus tem preparado para nós, e no tempo exato apontado pelo Pai. Quantos segredos obteremos do Senhor na solidão com Ele mesmo! E se nós não cuidarmos pelos segredos da sua presença, que cuidado terá Ele do nosso jactanciosos serviço? É a nós mesmos que Ele quer, e só aquele serviço que flui da alegria da sua presença é digna do seu nome. Somente tal serviço poderá resistir ao fogo do juízo e trará alegria no dia de Cristo, tal que não tenhamos corrido em vão, nem em vão, tenhamos trabalhado.
 Que cada um de nós tenha o ouvido aberto à voz do Mestre quando Ele nos disser: “Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto” (Marcos 6:31), recordando que ainda que Ele era o Filho do Pai, o encontramos repetidas vezes indo “a um lugar solitário”, e lá orando, mesmo que para fazê-lo, tivesse que levantar-se “de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro” (Marcos 1:35). A mesma Testemunha fiel, como também seus fiéis servos em cada século, necessitam de uma experiência na solidão, um ensino do deserto, a sós com Deus, e, amados, nós também.
autor desconhecido
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